Carolina Pinto: “Aos 25, comprei a minha casa. Aos 27, vendi e comprei outra e depois fiquei sem nenhuma”
A ex-companheira do famoso pasteleiro confessou que a vida nem sempre corre como se sonha. Numa carta aberta aos seguidores, assumiu as suas fragilidades e o orgulho no seu percurso de vida.

A influenciadora digital Carolina Pinto tem estado debaixo dos holofotes mediáticos desde que foi tornada pública a sua separação de Marco Costa.
Para colocar os pontos nos is e responder aos constantes julgamentos de que tem sido alvo, a criadora de conteúdos recorreu ao Instagram para partilhar uma reflexão muito profunda e emotiva sobre o seu percurso de vida.
A ex-companheira do famoso pasteleiro começou por recordar as suas raízes familiares sólidas e o choque que sentiu quando os seus planos amorosos falharam pela primeira vez no passado, antes de voltar a encontrar o amor e a construir a sua família atual: “Muito se diz sobre mim, poucos me conhecem de verdade. Sou filha de pais que continuam juntos. Neta de avós que se escolheram a vida inteira. Cresci a acreditar que o amor era para sempre. E sonhei amar o mesmo homem toda a minha vida. Quando me separei pela primeira vez, fazia-me confusão pensar como iria reconstruir tudo novamente. Como se começa outra vez quando crescemos a acreditar que era para sempre? E foi aí que a vida me surpreendeu. Construí novamente uma família”.
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A relação mediática que se seguiu trouxe novos desafios e Carolina não escondeu que o peso de ser uma figura pública a obrigou a procurar ajuda profissional para conseguir lidar com as inseguranças desta nova realidade: “Essa relação abriu-me portas bonitas, portas que talvez eu nem sempre estivesse preparada para atravessar. Houve tantas vezes em que me senti pequena diante do mundo novo que se abriu. Houve inseguranças. Houve medo de não estar à altura. Houve dias em que a exposição pesou demais. Mas também houve crescimento. Fiz terapia. Muita. Olhei para dentro. Enfrentei alguns padrões. Desconstruí medos antigos. Aprendi a distinguir amor de dependência, força de rigidez e evolução de perda”.
Lembrando a sua independência financeira e o facto de ter começado a trabalhar desde muito cedo, a influenciadora fez questão de sublinhar as suas conquistas pessoais longe dos ecrãs e das revistas: “Aos 23, fui mãe pela primeira vez. Aos 25, comprei a minha primeira casa. Aos 27, vendi e comprei outra e depois fiquei sem nenhuma. Sempre trabalhei muito. Com 24 anos, já liderava equipas comerciais. Sempre acreditei que o exemplo arrasta mais do que as palavras. E nestes últimos cinco anos cresci de uma forma que não se vê em fotografias”.
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Apesar das luzes e das sombras da popularidade, a criadora de conteúdos garantiu que a essência da menina criada na zona da Ajuda continua intacta e fiel aos seus princípios: “Ser conhecida às vezes é luz, mas também é sombra. Há tantos aplausos, mas tantos julgamentos. Mas por trás de tudo isso continua a existir a menina da Ajuda. Com valores fortes e sempre com vontade de proteger os seus. Hoje não sou a mesma de há cinco anos. Ainda bem. Não porque deixei de ser quem era. Mas porque aprendi a ser mais eu”.
Para rematar este longo e vulnerável desabafo, Carolina Pinto deixou uma mensagem de esperança aos milhares de seguidores que a acompanham, garantindo que está pronta para abraçar o futuro com a mesma resiliência de sempre: “A vida nem sempre é como sonhámos. Mas pode ser bonita de outras formas. Vou continuar aqui. A construir. Com dignidade. Com verdade. E com o coração inteiro. E sabem uma coisa? Ainda estou a crescer! Obrigada por estarem aí”.