O veterano ator, de 73 anos, recordou o historial de relações instáveis e explicou como a ajuda profissional foi determinante para encontrar a felicidade duradoura.
Aos 73 anos, Virgílio Castelo revisitou o seu passado sentimental, marcado por uma instabilidade que o acompanhou até perto dos 50 anos. Conhecido pelo seu estilo “bon vivant”, o ator admitiu, durante a sua participação no programa ‘Bom Dia Alegria’, que a facilidade com que se apaixonava resultou em três casamentos – incluindo um enlace mediático com a atriz Alexandra Lencastre – que terminavam sempre com o mesmo desfecho “Eu tinha um comportamento padrão, os meus três casamentos naquela altura acabaram todos da mesma maneira: com as mulheres a deixarem-me. Deixavam-me porque achavam que eu não gostava delas. Isto era estranho, porque eu tinha a certeza que gostava“, confessou o artista.
Perante esta incapacidade recorrente de demonstrar os seus sentimentos, Virgílio Castelo decidiu procurar ajuda especializada.
O processo de autoconhecimento levou-o a um longo período de introspeção e isolamento romântico. “Andei a fazer vários tipos de terapia e fiquei oito anos sem voltar a apaixonar-me“, revelou, explicando que sentia que os seus comportamentos afastavam as companheiras.
A mudança de rumo aconteceu quando conheceu Maria Lucena, a sua atual companheira, num encontro casual no Lux.
Na altura, Virgílio sentia que já tinha vivido todas as experiências possíveis e não planeava construir algo novo “Já tinha quase 50 anos e achava que já tinha vivido tudo (…) foi um milagre encontrá-la“, admitiu o ator.
Hoje, juntos há 23 anos, Virgílio Castelo garante que os problemas do passado ficaram resolvidos e descreve Maria como um “desafio permanente” e um “motor enorme” na sua vida. O ator concluiu a reflexão sublinhando a singularidade da mulher que o faz feliz: “Quando se ama, achamos sempre que a pessoa que amamos é especial“.
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