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Ana Garcia Martins recorda pressões da maternidade: «Nunca senti o chamamento divino»

Ana Garcia Martins defende liberdade de escolha na maternidade: «Não é um carimbo para me sentir validada»

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A influenciadora digital utilizou o lançamento de uma obra literária para abordar o estigma social em torno da vontade de não procriar, partilhando a sua experiência pessoal.

Inspirada pela leitura da obra “Ter Ou Não Ter Filhos?”, da autora Ruth Manus, Ana Garcia Martins recorreu às redes sociais para partilhar uma reflexão profunda sobre as pressões sociais que envolvem a maternidade. A influenciadora, conhecida como “A Pipoca Mais Doce”, confessou que a vontade de ser mãe não foi algo imediato ou um sonho de infância “Durante muito tempo, achei que não ia ter filhos. Nunca senti o chamamento divino, nunca sonhei com isso desde pequenina, nunca achei que precisasse do carimbo da maternidade para me sentir validada. E vivia bem com isso“, revelou a comunicadora, explicando que a decisão acabou por surgir mais tarde, por fazer sentido no seu contexto familiar de então.

Ao olhar para o passado, Ana Garcia Martins recordou as críticas e os comentários que ouvia quando expressava a vontade de não ter descendentes e, entre as frases mais comuns, destacou argumentos que classificou como desnecessários ou sem fundamento “Lembro-me das várias coisas que ouvia. Que era um ato egoísta (para quem? Nunca percebi esta); que um dia poderia arrepender-me; que era bom ter alguém que tomasse conta de nós na velhice (é mesmo para isso que um filho serve?)“, questionou a influenciadora, defendendo que o amor de um filho é único, mas que ninguém sente falta daquilo que nunca conheceu.

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Para a influenciadora, o debate sobre a parentalidade é legítimo, mas o julgamento externo é dispensável e, na sua perspetiva, a decisão é de tal forma transformadora que não admite definições de “certo” ou “errado”.

Ana Garcia Martins, que é mãe de Mateus, de 12 anos, e de Benedita, de sete, concluiu a sua mensagem reforçando que todas as escolhas têm vantagens e consequências, mas que estas devem pertencer apenas a quem as toma.

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