Catarina Miranda revela “jogada” do Afonso Leitão na casa que partilhavam… e o que descobriu!
No 'BB All Stars', a concorrente conta como o ex-companheiro se apoderou do imóvel...
Catarina Miranda abriu o livro sobre o fim da relação com Afonso Leitão na casa do ‘Big Brother All Stars’.
A concorrente revelou pormenores inéditos sobre a polémica disputa pela casa que partilhavam, e como o ex-namorado acabou por ficar a viver no imóvel, numa “jogada” com os proprietários.
Helena Isabel, atenta, comentou a complexidade de expor uma relação. “Ele teria dado tanto tempo, tanto tempo. Isto eu aprendi, ok? Isto eu aprendi. Sabes porquê? Porque nessa relação que eu também tive, que não foi boa e foi pública, eu expus quando de facto a bomba explodiu, porque já não aguentava mais. E a partir desse dia eu nunca mais quis expor nada. Pá, ninguém sabe porque é que eu termino uma relação, ninguém sabe quando eu estou numa relação. A última relação que eu assumi foi há 2 anos, para aí ou mais. Eu nunca mais assumi ninguém”, contou Helena. Catarina Miranda admitiu que a exposição pública é um fardo pesado: “Eu tenho jornalistas à minha porta sem eu não saber, é muito complicado. É, as pessoas não fazem ideia.”
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Helena Isabel lamentou o esforço de Catarina na relação. “Mas eu acho que, sabes o que é que eu tive pena? É que tu lutaste sempre para ter uma casa, um lugar dos dois, tudo dos dois, a melhor para os dois, trabalhar para os dois. E depois percebes daquilo que eu não havia percebido. Tu não ias falar de cor. Percebes de que não valeu a pena, não é? Depois me sentes degozada, humilhada, humilhada. Eu acho que essas coisas voltam sempre para as pessoas que fazem. Eu acho que não adianta. Eu, quando, imagina, é que quando a pessoa é má para mim, eu não vou estar ali a negociar ou a negociar”, atirou.
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Catarina Miranda respondeu que prefere não se vingar. “Eu não me vingo das pessoas. Eu acredito que mais cedo ou mais tarde elas vão ter o que merecem, porque eu acho que quando tu não fazes mal a alguém, eu sempre fiz o meu caminho limpo em tudo na vida e a nível profissional, as coisas acabam por chegar ao pé delas. E eu acho que eu só queria que eu estava na esperança que ele se chegasse ao pé da minha casa e dissesse assim, olha, realmente é verdade, isto aconteceu, eu não quero mais estar contigo, vamos fazer isto”, desabafou.
Helena Isabel teceu considerações sobre o comportamento do ex-namorado, sem sequer o conhecer pessoalmente. “Tens de perceber uma coisa, o comportamento dele, sem eu o conhecer, foi aquilo que eu vi em casa, posso estar errada, são ciclos repetidos que ele já fez com outras pessoas, fez com a Jéssica, fez com a— enfim, tu nunca podes pensar que a pessoa que fez mal à outra contigo vai ser diferente. Catarina, era bom que fosse. Talvez um dia tenha maturidade para ser diferente, percebes? Eu não sei se isso é verdade, tu a dizeres-me que é verdade, e eu acreditando que tu não vais expor sem ser verdade, obviamente. É complicado porque eu também não tinha maturidade para assumir as coisas”, lembrou.
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A concorrente do ‘Big Brother’ confirmou a dificuldade da situação. “Sim, foi muito complicado, foi uma altura muito complicada. E eu mudei a minha vida toda, eu não sou do sítio onde eu estou, não é? Tipo, eu mudei, nós estávamos em Almeirinho, onde havia todas essas coisas todas”. Helena Isabel questionou: “Ah, vocês estavam em Almeirinho?”. Catarina confirmou: “Sim, nós vivíamos em Almeirinho”. E Helena perguntou: “Mas depois mudaram para onde?”. Catarina esclareceu: “Mudámos para Montijo, por causa dele. Sim, estávamos a 10 minutos”.
Helena Isabel mencionou a disputa da casa e a “inteligência” de Catarina: “Depois houve a disputa da casa, não é? Depois tu foste muito inteligente, foste para uma casa ainda melhor mesmo”. Catarina Miranda explicou a sua decisão. “Fui porque eu tinha que ir, eu não podia ficar mais ali. E tive 4 dias muito difíceis depois”. Helena Isabel perguntou: “Mas imagina, se foste tu que decidiste sair, fui eu que entrei com isso, foste tu que decidiste sair da casa”.
Catarina revelou a complexidade do contrato da casa. “Eu queria ficar com a casa, não é produção. Imagina, eu na altura que nós fomos para casa, a minha mãe não queria que eu assinasse o papel. Nós tínhamos Almeirim, eu sempre paguei a renda de Almeirim, fiquei com aquela casa de Almeirim para comprar, mas até conseguir comprar eu paguei aquela renda porque eu não sabia que essas coisas iam correr bem. Já estava a acontecer muita coisa, eu estava assim um bocado receio. Então eu fiquei sempre com aquela casa de reserva. Então eu estava a pagar aquela casa sozinha no Almeidinho para também vir a comprar aquilo que aconteceu depois, aquilo que eu ia comprar cá. E nós vamos para o Matiz. E a mãe desse amigo dele, do tal amigo das meninas, tinha uma imobiliária e ela arranjou-nos uma casa. E a minha mãe não queria que eu assinasse o papel da casa, queria que eu fosse para lá viver com ele, não sei porque eu não assinasse o papel”.
Helena Isabel procurou esclarecer: “Não assinaste o papel porque tu estás com contrato?”. Catarina corrigiu: “Sim. Assinei o contrato porque não queria acontecer alguma coisa que me mandasse embora da casa. Ainda por cima estava a remodelar a casa toda, estava a pôr o papel na parede”. Helena Isabel interveio: “Mas deixa-me dizer-te uma coisa, se não assinasses é que era pior”. Catarina explicou a intenção da mãe: “Mas eu também queria que assinasse, ou só ele assinasse? Só ele assinasse. Ah, só ele assinasse. E eu assinei porque a minha mãe estava a ver se alguma coisa não ia acontecer. Mas ela assinou?”. Helena Isabel reforçou: “Sim, mas repara, mas ainda bem que assinaste”. “Não, exatamente, exatamente”, concordou Catarina.
Catarina detalhou o confronto com Afonso. “Espera, vou-te explicar. Entretanto, eu quando isto aconteceu tudo, eu disse a ele, olha, se não te importares, eu gostava de ficar com a casa porque eu não sou daqui e eu agora tenho tudo aqui e estou a trabalhar na CM e tu tens casa, né, da mãe. Eu não tenho casa, não tenho nada aqui, não conheço ninguém e eu gostava de ficar com a casa. E se tu pudesses fazer esse favor, é só ir lá à imobiliária, assinas o papel e eu fico com a casa, pá, e tudo bem, pá, vais à tua vida, fica a minha também, a maioria das coisas estão lá, era tudo meu, portanto para mim era mais fácil, eu continuava a minha vida, era só assinar um papel, literalmente era rescindir, tipo, quer ficar mais com a casa e eu ficava lá. E ele disse-me a mim assim, as senhoras da imobiliária foram lá para nós comermos as coisas e ele disse-me que ele disse assim, eu não quero ficar com a casa. E eu disse-lhe, olha, se tu não queres ficar com a casa, dizias-me isso, porque nós assinámos o papel e eu fico com a casa. Tipo, opá, eu estou a pagar a casa, estou a pagar tudo, porque quando ele esteve aqui era eu que pagava as contas, não é? E eu continuo a pagar e está tudo bem. E ele disse, não estás a perceber, eu não fico, mas tu também não. Também faz bem, sabe? E eu assim, opá, que eu passo a casa”. Helena Isabel interveio: “Vocês podiam ter rescindido o contrato, podiam ter feito contrato novamente”. Catarina explicou a intervenção da imobiliária: “Era, os senhores viram que nós não chegávamos a um acordo e mandaram-nos uma— Nós temos um contrato com o mandato. E até mandaram-nos uma carta a dizer, não consigo explicar, mas dizia basicamente que tínhamos 30 dias, nós chegámos a um entendimento, ou ficávamos os dois dentro da casa ou tínhamos que sair os dois”.
“E como é óbvio que nós não é que os fizemos um contrato com nada, não”, comentou Helena Isabel, antes de Catarina prosseguir: “Opa, porque fizemos. Mas o que acontece? E o que eu estou a dizer já disse publicamente”. Helena Isabel confirmou: “Sim, claro”. Catarina continuou: “E o que acontece? Aquilo para tu percebes. Eu e tinha e os senhoristas disseram ou ficam os dois aqui ou têm que sair. E nós não íamos viver os dois juntos e estávamos a esquecer o senhor e os prédios”. Catarina contou o seu plano. “E eu virei e eu disse, então, como é óbvio que nós não vamos viver juntos, vamos sair os dois. E mesmo assim eu pedi ao senhor e enviei-lhe uma carta e disse, olha, é assim, eu tenho aqui o meu IRS, eu tenho aqui os meus papéis todos, eu gostava mesmo de ficar com a casa porque honestamente eu já investi na casa, não tenho para onde ir porque eu sou de Almeirim e investi a minha vida agora aqui, eu gostava de ficar. E eles nunca me responderam, disseram que não. Tudo bem, eu arranjei de um dia para a noite uma casa que é aquela casa que as pessoas veem, mas custa uma renda, custa um dinheirão”. Helena Isabel concordou: “Eu tenho um, custa um dinheirão”.
Catarina Miranda, resignada, aceitou a nova realidade. “Mas pronto, eu estava bem ali, estava bem, tenho a minha casa, tenho as minhas coisas, mudei tudo para lá, não sinto. Eu agora descobri que ele foi para lá viver. Olha quem é este café! Já está morto, não é?”. Helena Isabel tranquilizou-a: “E não é uma questão tua, não foste tu que tiveste mal, está tudo certo”. Catarina rematou: “Está tudo a andar também, como é, esperava que eu não fiquei parada. Mas está tudo bem, depois as pessoas, a gente toma a fé. Tipo assim, eu disponibilizei-me a apresentar os meus papéis para ficar lá, estavam a receber. Mas ela conhecia?”. Helena Isabel questionou o futuro financeiro do ex-namorado. “Eu conhecia, claro, por isso é que eu fico longe. Mas imagina, ele vai ter capacidade financeira para manter a casa muito tempo?”. Catarina admitiu: “Não sei”. Helena Isabel concluiu: “Contava com ele, mas imagina, mas está tudo certo. A casa até fez parte de um ciclo que tu já não queres pertencer, então estás num ciclo novo”. Catarina concordou: “Não quero pertencer”.
A concorrente falou sobre a sua nova residência. “A casa que estás é mais cara, mas também traz-te paz, é tu a construir-te”, disse Helena Isabel. “Não, totalmente. Por acaso eu gostava de comprar aquele apartamento do outro, mas uma senhoria construiu aquele condomínio de luxo e construiu 3 apartamentos. Mas tu é que devias ver se ele queria”. Helena Isabel brincou: “É uma mulher. É. Querida, não gastar uma mulher numa casa, nem tem”. Catarina corrigiu: “Não, mas não é isso, não é isso. Eu queria— um senhor, o que é que ele fez? Ele construiu aqueles condomínios todos de luxo e ele fez 2 ou 3 já de propósito para arrendamento. Um deles é o meu. E eu perguntei se ele queria vender, porque eu gostava muito de comprar. Ele disse que não, que aquilo é só mesmo para arrendamento, que era mesmo investimento e que agora se ia retirar de construir e tudo, já não ia construir mais. Mas aquilo é muita paz, tipo, os vizinhos são todos—”. Helena Isabel acrescentou: “Sabe porquê que é Malveira? Também tem coisas muito impecáveis, também tem—”. Catarina Miranda terminou com uma nota positiva sobre a sua nova vida e a “segunda família” que encontrou. “Mas imagina, eu vou te explicar o que é que acontece. Eu conheci tipo uma segunda família lá, que foi pessoas que eu conheci da parte dele, que já não estão com ele. Eles e eu nunca jantamos na minha casa, todos os dias eu janto na casa deles, todos os dias almoço na casa deles, eu saio do trabalho e vou lá, sempre que eu preciso. Hoje em dia eles são o meu contacto de emergência para tipo ao programa, porque estão perto, eles é que ficaram a tomar conta da minha casa, das minhas coisas. Eu tipo ganhei uma segunda família, portanto nem tudo foi mau”. Helena Isabel concluiu: “Claro, claro. Isso é ótimo”. Catarina concordou: “Tem melhor parte, então eu estou muito grata por isso”. Helena Isabel finalizou o tema: “Eu acho que sabes que nas relações às vezes as pessoas dizem, mas tu não estás com ninguém, estás sozinha. Repara, eu não me sujeito a estar com uma pessoa”.