Diogo Piçarra surpreende Mel Jordão com presente milionário nos seus 40 anos
O programa V+ Fama revelou que o cantor ofereceu um carro de alta gama à influenciadora digital.
A celebração dos 40 anos de Mel Jordão esteve em destaque na emissão de hoje do V+ Fama.
Adriano Silva Martins abriu o formato com a novidade, revelando os detalhes da festa organizada por Diogo Piçarra na Casa Marvila, em Lisboa, que culminou com uma oferta de luxo para a influenciadora digital.
“E começamos a semana com um exclusivo porque o Diogo Piçarra organizou uma festa de aniversário para os 40 anos de Mel Jordão. Foi aqui em Lisboa e a Mel teve direito, Pedro, a um presente milionário porque o Diogo ofereceu-lhe um carro de alta gama, daqueles todos eletrónicos e elétricos e tudo, mas com um presente maravilhoso”, começou por contar o apresentador do formato.
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Pedro Capitão foi o primeiro a reagir à novidade, aproveitando para enviar uma mensagem à aniversariante. “Olha, para já os meus parabéns aqui à Mel Jordão, 40 anos, não é todos os dias que se fazem, 86, uma excelente casta, a minha, e pelos vistos a da Mel Jordão também. As de 86? 86. Muito bem”, brincou o comentador, antes de elogiar a união do casal. “E eu vou-te dizer, eu já privei com este casal há muitos anos atrás, é um casal que é notório, o amor que sentem um pelo outro e sempre houve aqui uma grande cumplicidade, houve aqui uma grande amizade, um grande respeito e uma grande admiração, tanto do Diogo para com a Mel, como a Mel para com o Diogo. Eu não esperaria outra coisa da parte do Diogo se não presentear a Mel Jordão pelos seus 40 anos com um presente à altura da ocasião. Por isso, se o Diogo pôde, com certeza que é a Mel Jordão que gostou bastante da festa e do presente”, rematou.
Guilherme Castelo Branco também partilhou a sua perspetiva, valorizando mais o esforço logístico do cantor do que o bem material. “Sim, eu acho, ok, o carro é importante, obviamente, mas acho que a dedicação para organizar uma festa é mais importante, não é que seja mais importante, mas tem outro significado, porque o carro é uma coisa que compramos, obviamente, também tem o seu significado, mas a preparação de uma festa, saber exatamente quem é que tem que lá estar, acertar nisso tudo, portanto isso só funciona quando um casal está realmente em sintonia e neste caso nota-se efetivamente que eles estão em muita sintonia”, analisou o comentador, referindo que a festa contou com pessoas importantes como Catarina Gama.
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Sobre o presente em si, confessou algumas ressalvas. “Em relação ao carro, pronto, eu não sou muito fã dos carros a pilhas, mas percebo que façam sentido hoje em dia. Até porque pagam menos impostos. Pagam menos impostos, mas isso também é prazo, esse tipo de coisa são todas muito a prazo, são incentivos que normalmente se dão inicialmente e depois chegam a um ponto em que já não faz sentido dar o incentivo porque já todos têm o carro a pilhas”, apontou.
António Leal e Silva, concordou em pleno com Guilherme sobre a dificuldade de planear eventos daquela dimensão. “O que é mais importante aqui, e se eu posso falar, porque sei do que é que estou a falar perfeitamente, é que isto de festas é muito giro, mas só para organizar ele já está de parabéns. Eu acho que ele está mais de parabéns pela organização da festa do que pelo carro. Porque é como diz o Guilherme, um carro compra qualquer pessoa, organizar uma festa de aniversário é a loucura. É dedicar muito tempo. Ai filho, pois um não pode, pois o outro pode, pois é não sei o quê, pois é contratar, pois é o bolo, pois é isto, pois aquilo dá um trabalhão que nunca mais acaba. E às vezes nem resulta como nós desejamos. Eu fiz a minha última aos 40 anos, que foi um festão, mas foi a minha irmã que organizou, e foi um festão, foi o último, não fiz mais nenhum, está tudo maluco”, desabafou.
Para António, os luxos da família são merecidos, deixando apenas um conselho financeiro ao casal e aos telespetadores. “Parabéns a ela, parabéns a ele, são um casal muito giro, divertiram-se imenso, achei que a festa estava muito animada, quanto ao presente acho que faz lindamente, porque eu acho que as pessoas têm que desfrutar da vida e viver de acordo com aquilo que têm. Se têm e podem, gastem, porque o dinheiro foi feito para se gastar, a economia agradece, o Estado agradece, as pessoas que trabalham em várias áreas agradecem, e o dinheiro é para se gastar. Se ele tem e pode, tem mais é que presentear, com um, com dois, com cinco, trabalham os dois, têm uma vida ótima os dois, dedicam-se os dois, tem mais é que se presenciar, com carrões, com casões, com festões, com tudo o que têm direito. Não façam é créditos, que depois é uma chatice”, alertou com humor, rematando com um ensinamento familiar. “Depois é ir para pagar os créditos, é uma chatice. Desde que não andem em créditos. Olha, a minha mãe dizia sempre, meu filho, o dinheiro é para se gastar, não se metem em créditos, que é um horror, porque depois para pagar é uma chatice. Agora o resto vai gastando e viva a vida, porque a vida é para ser vivida.”