“Esteve mal”: Adriano Silva Martins implacável com falha de Cristiano Ronaldo perante Jorge Jesus
Faltou ao respeito a Jorge Jesus? 'Guerra' de opiniões no «V+Fama» no V+TVI!
Enquanto António Leal e Silva defendeu que o craque apenas devia justificações à Federação, os restantes colegas de painel consideraram a falha de comunicação um erro grave.
A polémica em torno da comunicação da saída de Cristiano Ronaldo da Seleção Nacional acendeu os ânimos no estúdio do «V+Fama». O facto de vários órgãos de comunicação desportiva garantirem que o craque português não avisou diretamente Jorge Jesus sobre o fim do seu percurso internacional gerou uma forte divisão de opiniões no painel da V+TVI, evidenciando perspetivas muito distintas sobre a hierarquia no futebol.
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António Leal e Silva foi o principal defensor do jogador, argumentando que a responsabilidade de Cristiano recaía unicamente sobre as cúpulas diretivas. “Ele achou que não tinha que avisar, não tinha que avisar. Quanto muito, institucionalmente tinha obrigação, no meu entender, de avisar a Federação Portuguesa de Futebol“, sustentou o comentador.
A sua tese baseou-se na ideia de que “os selecionadores vão e vêm” e que a Federação é a entidade soberana, desvalorizando a necessidade de um contacto com Jorge Jesus.
Esta visão foi prontamente contrariada por Adriano Silva Martins, que não hesitou em classificar a atitude do jogador como errada, lembrando que “o Jorge Jesus, enquanto ele for jogador da seleção, é o patrão dele“. Recorrendo a uma analogia política, o apresentador tentou ilustrar a falha de protocolo: “Isto é como se um ministro avisa o Presidente da República que sai do governo e não avisa o Primeiro-Ministro“.
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Guilherme Castelo Branco juntou-se às críticas do apresentador, recordando que Cristiano Ronaldo já se encontrava nas opções iniciais de Jorge Jesus. “Ele estava pré-convocado”, lembrou o comentador, frisando que a decisão de ignorar eventuais mensagens do selecionador demonstra má conduta. “Eu acho que o Cristiano Ronaldo levou isto para um lado demasiado pessoal. (…) Ele ignorar mensagens supostamente que o Jorge Jesus lhe enviou e avisar o presidente [da Federação]… Ele sabia efetivamente que ao avisar o presidente, o selecionador iria ser alertado“, atirou Guilherme, concluindo que a emoção do momento não justifica a falha.