Gonçalo Quinaz: Nuno devia ter recusado o desafio com Raquel, mas Inês Morais discorda
Cinha Jardim e Inês Morais consideraram que Nuno está a aproveitar a situação a seu favor e que não é um “miúdo inocente”
A casa do ‘Big Brother’ tem agora uma dinâmica entre o Nuno e a Raquel, algo que não agradou ao jogador de futebol
Nuno e Raquel foram os escolhidos para uma missão inusitada, que os obriga a uma união quase literal.
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Na gala de domingo, 2 de agosto de 2026, A Voz do ‘Big Brother’ lançou a proposta: “Estou disposto a acrescentar 5.000 euros ao prémio final, mas há uma condição, como em tudo o que eu faço. Durante as próximas 24 horas, ou melhor, a partir do momento em que arrancar este desafio, o Nuno e a Raquel vão ser inseparáveis.” O desafio ditava que a dupla deveria ficar unida por uma luva de cozinha, dormindo até “juntinhos com a mão na luva”.
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No matutino ‘Dois às 10’, da TVI, Cláudio Ramos, Cinha Jardim, Gonçalo Quinaz e Inês Morais debateram a nova dinâmica. Cláudio Ramos notou a imediata satisfação de Raquel: “Ela ficou super contente, não ficou?”. Cinha Jardim confirmou: “Eu acho que sim, que ela ficou muito contente.”
Gonçalo Quinaz, por sua vez, teceu grandes elogios a Nuno, apontando-o como um dos favoritos do público. “Sabes que o Nuno […] é um dos concorrentes mais adorados pelo público. E ainda bem que assim é, porque o rapazinho merece e tem tido uma boa prestação”, garantiu. Contudo, o comentador atirou que Nuno poderia ter aproveitado a situação para se destacar ainda mais.
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Quinaz defendeu que o concorrente devia ter recusado a missão, marcando uma posição firme. “Sabes que se ele tivesse marcado uma outra posição, eu acho que ele ainda tinha ganho mais pontos junto do público”, disse. Gonçalo Quinaz argumentou que, dada a história de conflitos com Raquel e as recentes declarações da concorrente sobre Sara na gala de domingo, Nuno deveria ter declinado. “Eu peço desculpa aos meus colegas, mas eu não vou aceitar os 5.000 euros para o prémio final. Não quero fazer isto porque eu não quero estar agregado 24 horas a uma pessoa como a Raquel”, sugeriu Quinaz, sublinhando que tal atitude “iria ganhar mais pontos porque as pessoas iriam olhar para ele e iam ver um marcar de posição na casa”.
Cláudio Ramos questionou se Nuno estaria a ser “o ruim”, mas Cinha Jardim e Inês Morais defenderam uma perspetiva diferente. Cinha Jardim viu estratégia na aceitação do desafio. “No momento que ele fez, ele diz que está lá pelo desafio, gosta de desafios, está a ser o foco da casa. Ele e ela estão a ser o foco da casa e ele está a tirar o proveito dele. Não é dela, é o dele. E portanto, antes ali com ela do que sozinho”, explicou. Inês Morais concordou, destacando a inteligência do concorrente: “Eu acho que ele aproveita muito bem as situações. As pessoas às vezes pensam que ele é só um menino queridinho. Não, mas ele sabe perfeitamente o que está a fazer.”
Apesar da concordância sobre a astúcia de Nuno, Inês Morais admitiu que gostaria de ver uma faceta mais confrontadora. “Eu concordo que seria […] giro para nós conseguirmos ver o Nuno a ser um bocadinho mais do que aquilo que ele é”, contou. Cláudio Ramos lembrou que Nuno “marcou uma posição” no sofá da gala quando Raquel falava, mas Inês Morais considerou que a sua atitude posterior foi “um bocadinho incoerente”.
A discussão também tocou na falta de vitórias nas provas, com Gonçalo Quinaz a atribuir a situação à “falta de empenho, é falta de atitude” dos concorrentes. Inês Morais descreveu Raquel como “um bocado intensa demais”, mas acrescentou que Nuno “acha alguma graça […] à dinâmica” da situação, mais do que à própria Raquel. Cláudio Ramos, porém, refutou a ideia de que Nuno ache graça. “Ele sabe que agora neste momento ele é o protagonista da casa, com ela agarrada”, atirou o apresentador, reforçando a ideia de que Nuno “não é um miúdo inocente”. Cinha Jardim reforçou: “Não é santinho, meu querido, não é estrias, não é nada, é tudo muito calminho para ele, é tudo bem. Agora sabe muito bem que isto não dá.”
A conversa derivou para os possíveis finalistas, com Cláudio Ramos a apostar no Afonso, um concorrente a quem “não ligam muita importância, mas que […] sabe o que está a fazer”. Inês Morais partilhou o apreço pelo Afonso, mas lamentou a sua falta de “vontade para falar” e de “aproveitar melhor os momentos em que ele quer dar a opinião dele, porque acaba por ser um bocado abafado”.
No campo das nomeações, o poder da troca de Sara esteve em destaque. Cláudio Ramos questionou o alcance do poder, enquanto Gonçalo Quinaz lembrou que “está tudo com 2” nomeações, referindo-se a Afonso, João Ventura e Raquel. Cinha Jardim foi direta ao ponto: “A Sara vai tirar a Tatiana e vai meter a Raquel”. Gonçalo Quinaz confirmou que Sara detém esse poder, mas o cenário de cinco nomeados complicaria as contas, podendo levar a um desempate entre Afonso, João Ventura e Raquel, todos com duas nomeações.
Inês Morais aproveitou para criticar o jogo de Sara, que a “enervou ontem” na gala. “Ela acha que é que tipo de jogadora? […] Ela acha que é uma coisa que não nos mostra. Eu não entendo, eu não sei onde é que ela vai pegar nisto”, lamentou Inês, explicando que a dinâmica de Sara com Miguel “desapareceu, deixou de funcionar”. Cláudio Ramos concordou, afirmando que a concorrente “tem uma noção paralela da realidade”, ao que Inês Morais acrescentou: “Ela diz, ah, eu se eu quiser eu faço, porque vocês têm medo de mim.”
Com Nuno e Raquel unidos pela luva, e Sara com o poder de virar o jogo nas nomeações, a casa do ‘Big Brother’ promete mais uma semana de tensões e estratégias.