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“Ronaldo vence o Messi?”: Negócios hoteleiros de CR7 e Messi em análise no «V+ Fama»

As estratégias financeiras de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi em debate no 'V+Fama'

O painel do programa «V+ Fama» analisou as diferenças na gestão dos hotéis das duas estrelas do futebol mundial.

rivalidade entre Cristiano Ronaldo e Lionel Messi voltou a estar em destaque na emissão desta sexta-feira, 31 de julho, do «V+ Fama». Sob a condução de Adriano Silva Martins, o painel constituído por Guilherme Castelo Branco, Pedro Capitão e Cláudia Jacques analisou a vertente empresarial dos dois futebolistas no setor da hotelaria.

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Adriano Silva Martins deu o mote ao comparar o percurso de ambos fora dos relvados: “Muito se fala da rivalidade entre Cristiano Ronaldo e Messi. Mas se no terreno de jogo as comparações são bem equilibradas, o mesmo não podemos dizer nos negócios. Também Messi investiu no ramo hoteleiro, mas as coisas parece que não estão a correr tão bem como ao Cristiano Ronaldo, porque Cristiano continua fiel ao seu grupo de eleição, que é o grupo Pestana. E aqui o Messi já mudou de grupo na exploração dos seus hotéis“.

Cláudia Jacques detalhou a estratégia do astro argentino, notando as diferenças geográficas e de conceito. “É verdade, ele agora (…) está a ser explorado pelo grupo Meliá, que é um grupo espanhol muito forte (…) E o Messi aposta mais em hotéis tipo boutique hotel, não são hotéis de luxo. Mas são hotéis mais pequenos e todos em Espanha, Andorra e Espanha. Enquanto que o Cristiano Ronaldo internacionalizou-se porque além de ter em Portugal continental, tem na Madeira também e tem em Nova Iorque, em Madrid e em Marrakech“, explicou a comentadora.

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A estabilidade nas parcerias empresariais também mereceu o reparo do apresentador: “O Cristiano Ronaldo é mais fiel aos seus, um homem mais de princípios, é fiel ao grupo português“. No entanto, Guilherme Castelo Branco apresentou uma perspetiva financeira distinta sobre o tema. “O que eu estava a dizer neste enquadramento de ‘Ronaldo vence ao Messi’, eu não considero bem isso porque eles têm modelos de negócio um bocadinho distintos (…) No caso do Messi é diferente. O grupo da família do Messi adquiriu mesmo estes locais, portanto os imóveis são dele. Aquilo que houve foi uma alteração no tipo de gestão que eles tinham“, justificou.

O comentador acrescentou que a escolha de Lionel Messi passa por uma perspetiva mais preventiva: “Agora, em vez de ser assim, ele cede os hotéis com uma renda, portanto, independentemente deles fazerem lucro ou não fazerem lucro, pagam-lhe um valor fixo e ele ganha em função disso (…) O Messi não quer arriscar muito, daí ele ter mesmo os imóveis (…) Não consigo dizer aqui que um vença o outro, consigo dizer que são modelos de negócio completamente distintos“.

Por sua vez, Pedro Capitão sublinhou a segurança do modelo adotado pelo internacional argentino. “Acho que aqui o Messi se calhar é capaz de levar aqui uma vantagem por causa dos imóveis, como são dele. Aquela propriedade, o dia que ele não queira estar associado ou que não quer, ele vende e volta a fazer dinheiro. Eu acho que é sempre muito mais seguro tu teres uma coisa que é tua do que tu teres uma coisa que é aqui alugada“, concluiu.

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