A comentadora da SIC Caras analisou o manifesto publicado por Guillaume Lalung após a ausência de Rita Pereira da lista de nomeados para os Globos de Ouro.
A ausência do nome de Rita Pereira da lista de nomeados para os Globos de Ouro motivou um desabafo público por parte do seu companheiro, Guillaume Lalung, nas redes sociais. No texto divulgado, o empresário lamentou a não inclusão da atriz entre os finalistas, referindo que a dedicação e o esforço demonstrados no seu trabalho não foram devidamente reconhecidos e sugerindo que a situação se devia ao facto de a artista “não estar no canal certo“.
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O assunto esteve em destaque no programa «Passadeira Vermelha» desta sexta-feira, 31 de julho, e gerou uma reação crítica por parte de Filipa Torrinha Nunes e, perante a leitura do manifesto, a comentadora do canal de Paço de Arcos manifestou o seu desagrado em direto.
“Acham isto bonito? Eu ficava ofendidíssima se alguém fizesse isto para mim (…) Vocês não têm noção do que é que são declarações de amor como devem ser, peço imensa desculpa“, começou por declarar.
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Apesar de a apresentadora Liliana Campos e a comentadora Zulmira Garrido encararem a partilha como uma demonstração de carinho, Filipa Torrinha Nunes manteve a reserva quanto à atitude adotada pelo empresário francês. “Acho amor, mas é um amor infantil. Eu não gosto (…) Não é porque a Rita se esforça muito que ela… Não é porque ela se esforça imenso e acorda cedo e não sei o quê, que ela é boa, não é? Eu não estou a dizer que ela é má, que ela é boa. E não é por ela ser boa que ela será selecionada pelas cinco nomeadas“, observou.
A comentadora acrescentou ainda que o protesto acabou por ser injusto para com a comissão responsável pelas escolhas dos prémios da SIC. “Esta coisa assim de declaração de amor muito intensa e muito repentina é profundamente injusta para uma organização de um evento que faz e que prima por privilegiar todos os canais (…) Uma coisa é ele achar que ela merece um globo, outra coisa é isto fazer com que ele seja profundamente injusto em relação a um processo de nomeação (…) Nem ele sabe o suficiente de representação“, rematou Filipa Torrinha Nunes.