O painel do «Passadeira Vermelha» discutiu o impacto mediático da duquesa e o insucesso das iniciativas além-fronteiras.
O papel de Meghan Markle nos projetos profissionais encetados fora da monarquia britânica foi alvo de escrutínio rigoroso no programa «Passadeira Vermelha», na SIC Caras.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
Leia também: Diana Lopes contacta Bernardina Brito e dá exposed a Sara sobre Nuno Pereira no ‘Big Brother Verão’
Hugo Mendes considerou que o estatuto profissional da duquesa foi sobrevalorizado após o matrimónio: “Foi tudo uma mão cheia de nada. Porque eu acho que a Meghan sempre esteve em muito maior conta do que aquilo que ela realmente é. Se nós pensarmos na Harry, antes do Harry, a Meghan nunca foi uma extraordinária atriz, nunca foi muito mediática, nunca foi uma bomba em Hollywood, nunca foi nada“.
O comentador detalhou a evolução da projeção mediática da norte-americana: “A Meghan passa a ter um destaque na série depois de estar com o Harry, porque até lá não era nada. Mas eu acho que ela achava que era tudo. Depois vem para a família real achar que vai mudar aquela empresa, aquela instituição secular, e depois volta para Hollywood a: ‘não, não, agora aqui é que vai ser, agora é que eu vou ter noção, porque agora sou a duquesa, sou a Grace Kelly’“.
Leia também: Príncipe Harry e Elton John condenados a pagar 11 milhões de euros à dona do Daily Mail
Sofia Jardim reforçou a análise ao estilo de vida pretendido pela duquesa: “Havia pessoas que não sabiam quem ela era (…) Ela vinha com todos os privilégios sem ter os deveres. Era facilíssima a vida dela“. Hugo Mendes acrescentou ainda uma observação sobre o príncipe: “E eu acho que aqui o Harry foi um bocadinho a reboque“.