Joaquim ataca Raquel na ‘Cadeira Quente’ do ‘Big Brother Verão’: “Acho tóxico” e “red flag”
O concorrente não poupou nas palavras ao analisar a postura de Raquel em relação a Nuno, apontando a massagem e os comentários aos amigos como sinais de alarme.
O ambiente aqueceu na ‘Cadeira Quente’ de domingo, 19 de julho de 2026, no ‘Big Brother Verão’, quando Joaquim apontou o dedo a Raquel pela sua postura em relação a Nuno.
O concorrente não teve rodeios ao classificar a dinâmica como “tóxica”, sublinhando a presença de “red flags” que o teriam feito afastar-se.
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Joaquim começou por admitir que a palavra “tóxico” pode ser “pesada”, tal como outras expressões que já usou, como “chacinhar”. Contou que a sua avaliação sobre Raquel e Nuno surgiu ao ver as imagens do casal ainda em fase de conhecimento.
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“Nós ainda nos estamos a conhecer, e eu lembro-me de ter visto as imagens ali da massagem, ou de ‘os meus amigos não querem que uma pessoa assim’… eu senti que isso, de certa forma, era estar a pôr um peso nas coisas, e que eu considero tóxico”, atirou.
O concorrente explicou que, para ele, esta atitude representa uma “red flag” quando se está a conhecer alguém e a “entregar-nos”. Acredita mesmo que esta poderá ter sido uma das razões para o afastamento de Nuno. “Eu não estou dentro da cabeça do Nuno, nem sei o que é que ele sente, mas acho que isso até para mim, no meu caso, afugentava-me”, confessou.
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“Se eu sentisse que já estavam a querer meter-me quase as mãos e apanhar-me e prender-me, sentia-me um bocado preso e fugia”, detalhou Joaquim, concluindo que, embora “tóxico” possa ser interpretado de diversas formas, é assim que ele vê a situação.
Raquel reagiu de imediato, defendendo a validade da opinião do colega, mas pediu-lhe “um peso e uma medida” na escolha das palavras. “Tu não me podes condenar por eu ter uma reação, seja do que for, e também utilizares outras palavras assim. Então também tenhas esse sentido autocrítico para contigo. Estás a perceber?”, questionou.
A concorrente explicou que as coisas “nem são tão lineares assim”. “Eu, quando quis processar por ele, até pode ser uma autossabotagem minha, mas nem era no sentido de eu querer algo com ele, era o contrário, era eu quero-me afastar porque eu vim para aqui, não queria ter nada com alguém, estou a sentir o interesse, já estou a sentir algumas inseguranças minhas”, revelou.
Raquel garantiu que nunca quis “prendê-lo”. “Não queria que isso passasse, e depois era, se eu estou a sentir o interesse, eu não estava preparada para isso, como é que isso me pode condenar no meu percurso? Nunca foi no sentido de prendê-lo, era o contrário”, rematou.
Joaquim admitiu ter percebido a perspetiva da colega. “Quanto ao autocrítico, eu acho que o início do meu último discurso foi exatamente isso. Foi eu também dizer que às vezes me exalto um bocado na expressão que estou a usar”, lembrou, antes de tentar passar a palavra.