Geral

Meghan Markle criticada: “Só vejo estes disparates por parte deste casal!”

Veja o que os comentadores do 'V+ Fama' disseram sobre a estratégia de exposição dos filhos de Harry e Meghan.

Adriano Silva Martins não poupou críticas à estratégia de comunicação de Meghan Markle.

Na emissão de 16 de setembro do ‘V+ Fama’, o apresentador recebeu Guilherme Castelo Branco, António Leal e Silva e Pedro Capitão para um debate aceso sobre a duquesa de Sussex e o príncipe Harry, focando-se na forma como os filhos do casal são expostos publicamente.

GoogleTornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google

Para Adriano Silva Martins, a duquesa procura “likes e aceitação” ao usar os filhos nas redes sociais. Recordou um vídeo partilhado por Meghan no aniversário de Archie, onde surgia uma bandeira do Reino Unido e um coração. “De repente, a Meghan ama de paixão o Reino Unido”, atirou o apresentador, ironizando a mudança de postura.

Leia também: Kim Kardashian recebe indemnização simbólica…de apenas 1 euro pelo roubo em Paris

Guilherme Castelo Branco tentou justificar, afirmando que a adaptação a uma “nova casa” pode ditar tais gestos, mas Adriano Silva Martins rapidamente contrapôs: “É uma nova casa que já foi velha”. O comentador admitiu que Meghan “aproveita o facto dos miúdos” para captar o interesse do público, uma vez que a curiosidade em torno dos filhos do casal é grande, especialmente após o afastamento da família real.

A questão da segurança dos filhos foi um ponto de discórdia. Adriano Silva Martins lembrou que o casal fez da falta de proteção uma “bandeira”, mencionando um alegado atentado terrorista em 2023. “Eu se quero proteger muito uma coisa não a exibo”, sentenciou, referindo-se à exposição dos menores nas redes.

Leia também: Expulsa do ‘Big Brother’, Teresa Silva ataca João Ricardo: “Aquilo que ele tem na boca é muito ranho”

Guilherme Castelo Branco, embora concordando em parte, defendeu que os filhos não são “reconhecíveis” na rua. Trouxe à discussão o recente episódio da mudança de escola das crianças, apenas dois dias após a inscrição, devido a preocupações da equipa de segurança com o trânsito e a exposição da escolta. “Mas eu continuo a rebater isso, porque se os miúdos à partida não são reconhecidos e se aquilo for descaracterizado, qual é que é o problema?”, questionou. Pedro Capitão reforçou: “E aí são reconhecidos”, caso os pais os levassem pessoalmente.

Adriano Silva Martins foi mais longe, comparando a situação com outros filhos de figuras públicas. “Os filhos do Cristiano Ronaldo vão à escola, os filhos da Madonna foram à escola, os filhos da Kim Kardashian foram à escola”, enumerou, sublinhando a normalidade da situação. “Margarida Corceiro também foi à escola. Eu só vejo estes disparates, António, por parte deste casal”, concluiu, dirigindo-se a António Leal e Silva.

António Leal e Silva não hesitou em classificar o casal como “muito complicado”, mas fez questão de frisar que os comentadores “adoram o casal”, estando ali apenas para “comentar e dar a nossa opinião”. Para ele, a história da mudança de escola é “uma estupidez”, uma mera estratégia para “aparecerem”. Argumentou que uma escola, “àquele nível”, deveria ser “tudo visto, mais visto, revisto e contravisto” antes da inscrição, e não depois.

O comentador desvendou o que considera ser a “fachada” de simplicidade que Meghan tenta projetar. “Ela quer-se agarrar a este público que agora está na moda”, atirou, referindo-se à “grupeta grande” que valoriza “mostrar os animaizinhos, a natureza, as botas, a lama, o contacto com a terra”. Contudo, António Leal e Silva criticou a incoerência: “São tão simples que ela exige que a tratem por marquesa, que acha maravilhosa”.

Lembrou que os “pergaminhos” da Casa Real são de Harry, não de Meghan, e que ela “cola-se ao pergaminho” quando lhe convém, mas “quando vai para o campo não leva o pergaminho”. O objetivo, sublinhou, é “dar que falar” e “distanciar-se da formalidade, do rigor, do conservadorismo, do tradicional da Casa Real”, o que considera um “disparate”, pois os membros da realeza são “tão simples quanto ela”.

Adriano Silva Martins concordou, mesmo que “digam que a Rainha era reptiliana, era normal”. António Leal e Silva reforçou a ideia de que a imagem projetada pelo casal é estudada, mas que “vir anunciar não é o mesmo que praticar”. Lamentou a falta de coerência, dando o exemplo de pessoas que “vem defender os animais e que os trata de uma forma em privado que é assustadora”.

Pedro Capitão reiterou a falta de “coerência nenhuma” do casal, afirmando que tanto Meghan como Harry “acabam sempre por vir arrastado de polémica”. O comentador sugeriu que Meghan “tem tendência para a paranoia”, uma “mania da perseguição” que ele “muitas vezes instigado por ela” partilha.

António Leal e Silva concluiu com um toque de humor, depois de Adriano Silva Martins lhe ter chamado “o homem que mais fala neste programa”: “Ela está maravilhosa e acho que faz muito bem. É problema dela, não é meu”.

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo