Atrito com Cristina Ferreira: Bruno Savate ‘abre a boca’ e arrasa grupos organizados de reality shows na TVI
Bruno Savate sem papas na língua sobre a polémica com Cristina Ferreira
O veterano dos reality shows comentou a discórdia com a apresentadora da TVI e garantiu que a sua tomada de posição beneficia a estação.
Bruno Savate concedeu uma entrevista à revista «TV 7 Dias» onde abordou o afastamento e as divergências que surgiram com Cristina Ferreira, motivadas pelas manifestações públicas de apoio a concorrentes e pela influência que antigos rostos exercem no rumo das votações. O nortenho fez questão de clarificar a sua posição e garantiu não ter cometido qualquer deslize.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
Confrontado sobre se guardava mágoa da apresentadora após a discordância pública, o vencedor de vários desafios televisivos desvalorizou qualquer intenção negativa: “Se eu incentivo ou digo o meu favorito porque as pessoas me perguntam, não sou eu que ganho com isso, quem ganha é a TVI. Os meus apoiantes que veem reality shows, quando eu respondo qual o meu favorito, alguns têm tendência a juntar um grupo e começam a apoiar essa pessoa, que se traduz em votos para a TVI. Não faço mal nenhum com isso. Por isso é que fiquei um bocado reticente, porque não senti que tivesse feito nada de mal. Se eu digo que estou a apoiar alguém, é publicidade“.
Leia também: José Eduardo Moniz anuncia novidades na grelha: Reality show internacional chega em 2027
A apresentadora já se manifestou por diversas vezes contra os métodos de atuação de certos grupos organizados de fãs, levantando a suspeita de que os prémios finais dependem mais do poder financeiro fora da casa do que do desempenho dos concorrentes fechados no reality show.
Questionado sobre essa realidade, Bruno Savate traçou uma linha bem vincada entre o passado e o presente: “Eu sou um bocado contra isso. O primeiro reality show em que eu entrei, na «Casa dos Segredos 5», foi criada uma team para mim, a Batfamily, e eu não ganhei. Agora, o que se está a passar é que algumas teams pedem dinheiro para os packs e etc, mas a minha está fora disso. É mais antiga, funciona em chamadas“.
O ex-concorrente alertou ainda para os perigos associados aos esquemas de recolha de montantes monetários que têm surgido em torno dos programas da TVI: “A única coisa que eu faço, quando mostro o apoio a alguém, é pedir para as pessoas votarem. Não peço dinheiro a ninguém. Mas há grupos que pedem. Eu sou contra isso. Para estar a gerir uma team dessas, tem de ser uma pessoa de confiança a 100 por cento, para que o dinheiro não se extravie“.
Leia também: Sérgio Rossi: “O médico proibiu-me. Não posso…”
A fechar as declarações sobre o tema, Bruno Savate condenou o oportunismo de quem se aproveita da dedicação dos telespetadores: “Agora aparece uma pessoa qualquer a dizer que apoia o Joaquim ou o António, pede dinheiro, gasta só uma parte em chamadas e o resto vai para o bolso deles. É com isso que eu não concordo. Prefiro mil vezes que as pessoas votem por elas próprias“.