O “casamento de Ronaldo” que atraiu centenas ao Funchal: Afinal, era um casal madeirense
Rumores da imprensa britânica, que apontavam a Sé Catedral do Funchal como local e o Savoy Palace para a receção, geraram a falsa expectativa na cidade.
Não foi Cristiano Ronaldo a casar na Sé Catedral do Funchal no sábado, 8 de agosto de 2026, apesar da multidão que se juntou à espera.
A cerimónia, que levou centenas de curiosos ao centro da cidade, era afinal de um casal madeirense, radicado em França, que escolheu a terra natal para celebrar a união, como avançou o Diário de Notícias da Madeira.
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Durante a manhã e o início da tarde daquele sábado, a concentração de pessoas junto à Sé alimentou a expectativa de que o futebolista e Georgina Rodríguez estariam prestes a protagonizar um dos casamentos mais mediáticos do ano. A informação, contudo, revelou-se falsa.
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O acesso à Sé Catedral estava condicionado devido à realização da cerimónia religiosa. Essa circunstância, conjugada com os rumores que a imprensa britânica fez circular, levou muitos curiosos a acreditar que o casamento de Cristiano Ronaldo estava, de facto, a acontecer.
Nas imediações, a movimentação de pessoas e a expectativa por uma eventual chegada do jogador ou da companheira contribuíram para aumentar a especulação. Mas, afinal, não havia estrelas internacionais à porta da Sé, nem uma lista de convidados de Hollywood. Havia, simplesmente, dois madeirenses que vivem em França e que decidiram casar na ilha onde nasceram.
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O rumor de que Ronaldo e Georgina poderiam casar-se no sábado, 8 de agosto de 2026, na Madeira, ganhou força depois de o jornal britânico The Sun ter apontado a Sé Catedral do Funchal como possível local da cerimónia e o Savoy Palace como eventual destino para a receção e alojamento dos convidados.
Nem Cristiano Ronaldo, nem Georgina Rodríguez confirmaram, em momento algum, qualquer casamento para aquele dia. Ainda assim, a possibilidade bastou para colocar a Sé no roteiro de centenas de curiosos, numa espécie de peregrinação à procura de uma fotografia, de um rosto conhecido ou, pelo menos, de uma confirmação.
Um eventual casamento de Ronaldo na Madeira teria, naturalmente, um enorme significado simbólico, dada a ligação do jogador à Região. Mas, naquele sábado, a Sé recebeu outro casal, também ele com uma ligação especial à ilha, apenas sem a necessidade de seguranças, paparazzi ou convidados vindos de Hollywood.
No final, a história acabou por ter um inesperado toque de justiça poética: o casamento era mesmo madeirense. Só não era o casamento que meio mundo estava à espera de ver.