Para Adriano Silva Martins, o «BB All Stars» parece “o movimento de mulheres conservadoras”
"Já não posso com essa da vida pessoal": Cristina Ferreira farta de desculpas e vitimização no reality show da TVI
A apresentadora repudiou a tendência dos concorrentes no discurso de não usarem a família como escudo, enquanto o comentador ironizou o conservadorismo repentino no reality show.
A tensão constante e a troca de palavras pesadas na casa do «Big Brother All Stars» dominaram o debate no espaço de comentário do «Dois às 10». A constante insistências dos concorrentes ao pedirem que não toquem na família e justificarem-se com essa premissa para reações mais fervosas, mereceu reparos dos comentadores no ‘Dois às 10’.
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Cristina Ferreira lançou o tema recordando que acusações como “és a pior pessoa que existe” ou “és um abutre” do Zaza para Catarina Miranda, têm um peso inegável e Gonçalo Quinaz, no entanto, apressou-se a lembrar que a ribatejana também tem a sua quota de responsabilidade e não mede as palavras quando pretende atingir o adversário. “Ela também já o adjetivou (…) ‘O Zaza é um frustrado.’ ‘A vida do Zaza lá fora, ele é um frustrado’“, recordou o comentador, sublinhando que as ofensas são bidirecionais.
Perante esta leitura, Cinha Jardim interveio de imediato para defender Catarina Miranda, avaliando os insultos proferidos pelo nortenho como muito mais agressivos e despropositados. A divergência entre os dois comentadores subiu de tom, levando Gonçalo Quinaz a ser categórico na sua posição sobre o que considera ser uma verdadeira ofensa. “Eu prefiro que me chamem um abutre do que digam que eu sou um frustrado na minha vida“, atirou, evidenciando que os ataques relacionados com a vida fora do jogo são golpes mais baixos.
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Na tentativa de apaziguar a troca de opiniões, a apresentadora fez notar que “a gente só não gosta de ouvir aquilo que a gente acha que é“. Cristina Ferreira aproveitou a deixa para manifestar o seu profundo cansaço perante os argumentos recorrentes dos concorrentes sobre não permitirem que toquem no nome da família dentro do reality show, quando não acontece “Já não posso com essa da vida pessoal, do pai, da mãe e do periquito”, confessou a apresentadora, visivelmente saturada desta tática defensiva.
Adriano Silva Martins acompanhou o sentimento de exaustão da apresentadora e não poupou na ironia ao avaliar o comportamento excessivamente pudico dos concorrentes, reparando no excesso de zelo em torno de assuntos que raramente são o verdadeiro foco das discussões, o comentador lançou uma farpa certeira: “A casa parece o movimento de mulheres conservadoras. Não se pode tocar na família“.
Para encerrar o tema, Cristina Ferreira e Cinha Jardim lembraram que, na realidade, ninguém ultrapassou essa fronteira até ao momento, tornando os lamentos e os dramas dos concorrentes completamente desnecessários e sem fundamento.