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Paris Jackson vence disputa judicial contra gestores da herança do pai

A jovem de 28 anos acusou os administradores de falta de transparência e o tribunal acabou por lhe dar razão.

Paris Jackson, a jovem de 28 anos e filha do icónico Michael Jackson, acaba de garantir uma importante vitória judicial.

A modelo e ativista conseguiu reaver uma verba considerável de mais de 625 mil dólares, o equivalente a cerca de 580 mil euros, que havia sido indevidamente paga a advogados externos pelos gestores da herança do rei da pop.

Segundo a revista People, esta disputa legal colocou Paris Jackson em confronto direto com John Branca e John McClain, os empresários encarregues de administrar a impressionante fortuna deixada pelo seu pai, avaliada em cerca de 788 milhões de dólares. A filha do cantor alegava que os avultados bónus pagos a advogados não tinham sido devidamente justificados, levantando sérias questões sobre a transparência da administração.

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A decisão judicial, que agora se torna pública, foi clara: “A objeção da senhora Jackson aos 625 mil dólares em pagamentos de bónus realizados no segundo semestre de 2018 foi acolhida. Os pagamentos de bónus não foram aprovados e foram indeferidos. Os pagamentos deverão ser devolvidos ao espólio”. Este veredito representa um revés significativo para os administradores da herança.

Um porta-voz de Paris Jackson não tardou a reagir, sublinhando que esta vitória simboliza uma importante conquista de transparência pela qual a jovem sempre se bateu em nome da sua família, mesmo que com anos de atraso. Por seu lado, Branca e McClain, embora afirmando discordar do teor da decisão, garantiram que iriam respeitar o veredito da justiça.

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No mês passado, os mesmos empresários foram acusados de tentar descredibilizar a filha de Michael Jackson na comunicação social. Paris, por sua vez, já tinha intentado uma ação contra eles, precisamente para solidificar a sua posição nesta complexa disputa legal.

Aproveitando o embalo da decisão do tribunal, o comunicado emitido não poupou críticas diretas a Branca, o empresário de longa data do músico. Citado pela People, o porta-voz disparou: “O espólio de Jackson deve ser uma entidade prudente e fiscalmente responsável que apoia a família Jackson, não um saco azul para ajudar John Branca a viver as suas fantasias de magnata de Hollywood”. A acusação é grave e sugere uma gestão questionável dos bens.

A mensagem prosseguiu com um apelo direto a uma mudança de postura por parte do gestor: “Após meses de táticas sexistas, é hora de John Branca reconhecer os seus muitos erros e agir no melhor interesse da família que ele tem o dever fiduciário de proteger”.

Paris Jackson não está sozinha nesta batalha pela transparência e correta administração da fortuna. A jovem é beneficiária do vasto espólio de Michael Jackson, tal como os seus irmãos Prince, de 29 anos, e Bigi, de 24, que também veem os seus interesses em jogo neste complexo cenário familiar e financeiro.

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