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“Abaixa a censura!”: Pedro Crispim arrasa influenciadores e lamenta falta de liberdade

De comentador a vendedor online: As confissões de Pedro Crispim no «Passadeira Vermelha»

Pedro Crispim falou ainda sobre a sua longa carreira nos bastidores da moda e o sucesso que tem feito a apresentar os diretos do projeto familiar “Bliss”.

A mais recente emissão do «Passadeira Vermelha», da SIC Caras, contou com um momento de conversa profunda entre a apresentadora Liliana Campos e o comentador Pedro Crispim. O “rei da bobage” abriu o coração sobre a sua verdadeira faceta profissional, a postura autêntica nas redes sociais e as mudanças no paradigma da comunicação em Portugal.

Apesar de ser uma figura muito presente no pequeno ecrã, Crispim fez questão de clarificar que a televisão ocupa apenas uma pequena parte da sua vida. “A moda sempre fez parte da minha vida independentemente dos outros projetos (…) sempre trabalhei enquanto vitrinista, merchandiser e fashion buyer“, explicou, sublinhando que a sua agenda é preenchida maioritariamente pelos bastidores da moda e fardamentos.

Sendo um comunicador nato, o comentador admitiu que usa as redes sociais como um prolongamento de si mesmo, sem esconder as fragilidades. “Acima de tudo, eu sou uma pessoa real, eu não sou só uma coisa“, defendeu, criticando a ilusão de perfeição na internet. “Se eu me sinto feliz, eu partilho, mas também se me sinto frustrado, por que não partilhar? A frustração é uma emoção como outra qualquer“, atirou, justificando que não vê maldade em chorar ou desabafar através de um ecrã.

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O tom da conversa aqueceu quando Liliana Campos abordou as mudanças no comentário social e o policiamento das opiniões nos dias de hoje. “Muita censura, não é, amiga? Abaixa a censura! Parece que não podemos dizer nada hoje em dia“, lamentou Crispim. O comentador não poupou nas críticas a algumas figuras da internet que assumem uma postura hipócrita: “O que eu vejo muito também nas redes sociais e de alguns influenciadores é fomentarem, alimentarem e nutrirem o ódio (…) queixam-se de terem sido vítimas de bullying, mas depois incitam a comunidade deles a ir praticar bullying noutras pessoas“.

A dicotomia entre a televisão e a internet também foi alvo de análise implacável e, para Pedro Crispim, existe hoje uma arrogância injustificada por parte dos criadores de conteúdo digitais. “O digital acha que é independente da televisão (…) acha-se muito superior. Mas, ao mesmo tempo, alimenta-se das figuras e dos conteúdos que a televisão lhes fornece“, apontou, recordando um tempo em que “havia um respeito e um trabalho de equipa” entre os vários meios de comunicação.

A rematar a conversa, o comentador falou sobre o projeto familiar de roupa “Blissa”, que transitou das lojas físicas para o digital.

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O que começou como uma ajuda pontual nos diretos de vendas transformou-se numa verdadeira paixão. “Comecei-me a soltar (…) independentemente do que esteja para acontecer na minha vida, faz-me todo o sentido fazer aquele trabalho“, confessou.

Crispim revelou ter descoberto um novo público e encara as vendas não como uma obrigação, mas como o seu palco: “Eu vejo aquilo não como um programa de vendas, mas quase como um programa de entretenimento“.

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