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Pedro Capitão não tem dúvidas sobre casamento de CR7: “É um circo mediático!”

Comentador arrasou a cerimónia de Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez, apontando "mau gosto atroz" e "afronta" à família.

Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez casaram-se no civil a 11 de agosto de 2026, numa cerimónia íntima que decorreu no palacete do casal em Cascais. O enlace, embora discreto, não passou despercebido à análise do comentador Pedro Capitão.

No ‘V+ Fama’ de 17 de agosto de 2026, Pedro Capitão não poupou nas críticas ao casamento de Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez. A capa da ‘Vogue’, que mostrava as primeiras imagens do enlace, foi o primeiro alvo. Para Capitão, as fotografias pareciam saídas de uma publicação religiosa, não de moda.

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Pedro Capitão atirou: “Esta capa da ‘Vogue’ parece uma capa da Sentinela. A pessoa não sabe se vai ao quiosque comprar ‘Vogue’ ou se está a ser abordado por Testemunhas de Jeová ou de outra seita qualquer. Porque isto parece-me uma seita. Umas mórmons, umas daquelas coisas tudo igual.” O comentador continuou, sem rodeios: “Acho tristíssimas estas fotografias, que nada me parecem um casamento. Acho um horror terem sido vendidas para a capa da ‘Vogue’. Muito sinceramente, eu nem sei como é que — ainda bem que não é a Anna Wintour, porque eu acho que a Anna Wintour não deixava passar isto. Acho de um mau gosto atroz.”

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Os figurinos também não escaparam à análise. O comentador confessou que o vestuário lhe parecia mais adequado a uma primeira comunhão do que a um casamento. Para Pedro Capitão, o evento foi feito “à medida da Georgina”, e não de Cristiano Ronaldo, cuja expressão facial dava a entender que o casamento era um “frete”.

Mas foi a ausência da família do craque que mais indignou Pedro Capitão. O facto de o casamento ter tido apenas as “testemunhas” da noiva, excluindo as irmãs e a mãe do futebolista, foi considerado “de muito mau gosto”. O comentador lembrou que “é sabido de todo o percurso do Cristiano Ronaldo Quem é que impulsionou este percurso foi a família.”

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Capitão considerou uma afronta a ausência dos três irmãos e da mãe de Cristiano Ronaldo, questionando se existiria “alguma cláusula, algum contrato” que justificasse a presença da irmã de Georgina e não da família do noivo. A polémica levou Pedro Capitão a traçar um paralelo com o comportamento de Meghan Markle em relação ao Príncipe Harry, afirmando que o de Georgina Rodríguez era “completamente estranho”.

Concluiu, categoricamente, que este casamento foi “um statement, e é um statement da Georgina de afastem-se, quem manda sou eu.” Pedro Capitão lamentou a passividade do jogador: “Acho triste por parte do Cristiano Ronaldo não se impor neste casamento. Ela podia ter tido aqui a opinião dela de querer fazer este casamento só com estas pessoas, e o Cristiano Ronaldo devia se impor e dizer não, senhor. Pelo menos a minha mãe e os meus irmãos vão estar presentes.” E rematou: “É a minha opinião em relação a este carnaval, a este circo mediático que para mim é este casamento.”

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