
Numa mensagem emotiva, o escritor destacou a resiliência e o carisma da profissional que assume a condução das emissões diárias do programa.
A contagem decrescente para o regresso de Maria Botelho Moniz aos ecrãs da TVI, através da condução dos diários do «Big Brother Verão», motivou uma sentida homenagem pública. O escritor Pedro Chagas Freitas recorreu às suas redes sociais para partilhar um longo texto onde enaltece as qualidades humanas e profissionais da comunicadora, destacando a sua autenticidade e a capacidade de superação ao longo da carreira.
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O autor começou por evidenciar o caráter da apresentadora, associando-a a um exemplo raro de competência e dedicação no meio televisivo. “Suspeito que a Maria Botelho Moniz é boa pessoa. Acho que ela tem o coração no lugar certo. Fala-se muito de meritocracia; poucos a encarnam. Ela encarnou. Não gritou, não exigiu. Penou, construiu, reconstruiu, caiu, levantou, seguiu, sorriu, chorou, brincou. Foi“, escreveu Pedro Chagas Freitas, lembrando o percurso trilhado pela profissional nos últimos anos.
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Com o arranque da nova edição do reality show, o escritor manifestou total confiança no desempenho da estrela da estação de Queluz de Baixo, defendendo que este regresso ao foco principal representa uma justiça divina. “Agora, neste Big Brother de Verão, vai ter outra vez o palco que merece. Vai correr bem. Com ela, corre sempre bem. Às vezes, o universo acerta. Às vezes, é preciso que alguém com talento, com espessura, sem máscara, sem artifícios, chegue à frente. Só para nos lembrar de que é possível“, enalteceu.
Na mesma publicação, Pedro Chagas Freitas desmistificou a ideia de perfeição, aplaudindo a naturalidade com que Maria Botelho Moniz se apresenta perante o público que a acompanha diariamente.
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“A Maria não é perfeita. Ainda bem: perfeitos são os chatos. A Maria sente, vibra, fraqueja, hesita. Tem inteligência, tem alma, tem nervo, tem graça, tem aquela densidade luminosa que não se aprende. Chamam-lhe carisma“, definiu, concluindo a mensagem com um forte voto de incentivo: “Está pronta. Sempre esteve. Vai, Maria“.
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