“É ausente. Foi uma opção dele”: Irmã de Soraia Sousa quebra o silêncio sobre abandono do pai
O pai afastou-se das filhas após o divórcio, quando Soraia tinha apenas 9 anos. A família respeita a decisão, mas admite que o tema é sensível.
Diana Sousa, irmã da recruta Soraia Sousa, abriu o livro à revista TV 7 Dias sobre a dinâmica familiar da concorrente da 1.ª Companhia, tocando num ponto sensível: a ausência da figura paterna.
Segundo Diana, o afastamento ocorreu após o divórcio dos pais, quando Soraia tinha apenas nove anos, uma rutura que foi unilateral, mas que a família aprendeu a gerir: “É ausente. Foi uma opção dele e respeitamos“.
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A irmã da concorrente preferiu não explorar os detalhes emocionais desta separação, remetendo qualquer esclarecimento adicional para a própria protagonista quando esta terminar a sua participação no reality show: “Quando a Soraia sair do programa, irá ter todas as oportunidades de falar sobre ela (…) Sinceramente, não me sinto confortável em falar por ela”.
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A entrada no programa da TVI também não foi uma decisão fácil, tendo sido precedida de muita hesitação e de uma estratégia de proteção do núcleo familiar, que se considera discreto. Diana revelou que Soraia “teve alguma reticência em participar, porque não é de todo o tipo de programa com que ela se identifique”, o que motivou a convocação de um conselho de família para pesar os prós e os contras da fama: “Inclusive, até tivemos uma minirreunião familiar porque sabíamos que poderíamos ser aqui um pouquinho expostos, somos todos um pouquinho reservados”.
Cristina Ramalho, mãe da recruta, corroborou esta versão, explicando que a filha só aceitou o desafio porque o formato se afasta das polémicas habituais e foca na superação: “Ela entendeu que seria um pouquinho diferente (…) tem muito a ver com a parte física, com a parte mental também (…) No fundo, foi aqui um pouquinho para ela sair também da zona de conforto dela”.
A matriarca mostrou-se totalmente confiante na resiliência de Soraia, recordando o seu passado ligado ao desporto de combate como uma mais-valia para a vida militar: “A nível físico não tenho dúvidas absolutamente nenhumas (…) ela iniciou a atividade física aos seis anos de idade, começou com as artes marciais. Nunca abandonou essa vertente (…) vem também uma preparação mental e psicológica que ela tem”.