Ricardo Quaresma quebra o silêncio sobre Cristiano Ronaldo: “Deitamos na cama que fazemos”
O antigo internacional esteve na ModaLisboa e comentou a saída do capitão da seleção nacional.
Hugo Mendes encontrou Ricardo Quaresma na ModaLisboa e puxou o assunto que tem dominado as conversas no desporto: o momento tenso em torno de Cristiano Ronaldo e o seu afastamento da seleção nacional.
Longe dos relvados profissionais, o antigo internacional português confessou que já não segue a modalidade com a paixão de outros tempos.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
Quaresma explicou que o desporto perdeu a chama que o fascinava, com o ruído exterior a abafar o espetáculo. Embora continue a disputar partidas de antigas glórias, admitiu o cansaço perante a constante busca de controvérsia: “O futebol mudou tanto que eu já não tenho muita paciência para estar a ver o jogo, porque o jogo perdeu aquela alegria, aquele brilho. Hoje em dia fala-se muito mais de polémica do que do jogo, por isso perdi um bocado o interesse sobre isso.”
Leia também: “A Helena é uma enguia”: Susana Dias Ramos desmascara ‘jogo oculto’ de Helena Isabel no «Big Brother»
Confrontado pelo repórter do programa ‘Passadeira Vermelha’ com a situação de Ronaldo, muitas vezes mais associado a casos fora das quatro linhas do que aos feitos dentro de campo, Quaresma resumiu a questão com frontalidade: “Nós às vezes também nos deitamos na cama que fazemos.”
Ainda assim, o antigo extremo fez questão de não tomar lados. Lembrou que mantém relações de amizade com os principais rostos deste processo e considerou que todo o episódio devia ter sido gerido longe dos holofotes: “Dou-me bem com o Cris, dou-me bem com o selecionador, dou-me bem com o presidente. Agora, claro que são eles é que têm de falar, eles é que estiveram lá dentro, eles é que sabem o que é que conversaram. Já somos crescidos. Isto podia resolver-se lá dentro e escusava de vir cá para fora.”
Leia também: Comunicado arrasador: Equipa de Helena Isabel reage a polémicas no «Big Brother»
Para concluir, Quaresma recusou assumir qualquer papel conselheiro perante os intervenientes: “Não sou eu que tenho de estar a comentar ou falar ou dar conselhos a alguém, porque o selecionador é mais velho do que eu, o Cris é mais novo do que eu, o presidente é mais velho do que eu. Eles sabem bem o que é que têm de fazer.”