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Roberto Martínez defende CR7: “Algumas críticas são injustas e descabidas”

Roberto Martínez desvaloriza as críticas a Cristiano Ronaldo e garante que o balneário está coeso e concentrado

O empate a uma bola de Portugal frente à República Democrática do Congo, na estreia do Mundial 2026, aumentou a pressão sobre a equipa das quinas.

No centro das atenções, uma vez mais, está Cristiano Ronaldo, e aos 41 anos, o capitão voltou a ser alvo de questionamentos sobre a sua titularidade na seleção portuguesa.

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Roberto Martínez, selecionador nacional, saiu em defesa do grupo e desvalorizou as críticas que surgiram após o resultado. Às portas do jogo com o Uzbequistão, a contar para a segunda jornada do Grupo K, o treinador espanhol garantiu um balneário coeso.

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“Estamos disputando uma Copa do Mundo, então é claro que existe pressão e tensão. Isso faz parte do jogo”, disse Martínez, antes de reforçar: “O foco está na equipa e queremos mostrar uma atitude positiva. Estamos muito concentrados. Estamos fortes. A equipa está ainda mais unida do que antes”.

Embora não tenha falado diretamente sobre Cristiano Ronaldo, o técnico foi confrontado com o ambiente que se vive na seleção e os comentários gerados pela exibição na primeira jornada. Martínez não hesitou em classificar algumas das análises como exageradas. “Algumas críticas são injustas. São descabidas”, atirou.

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A prestação de Ronaldo frente à República Democrática do Congo alimentou o debate na imprensa europeia. Jornais e comentadores voltaram a questionar se o avançado é, de facto, a melhor opção para liderar o ataque de uma equipa apontada como candidata ao título mundial.

O jornalista Miguel Dantas, do britânico The Guardian, foi um dos que questionou a continuidade do craque, sugerindo que a sua presença no onze inicial poderia prejudicar Portugal.

Apesar da turbulência externa, a comissão técnica mantém a confiança total no plantel. Martínez, por seu lado, evitou transformar o tema num debate individual e também optou por não revelar os nomes para o jogo com o Uzbequistão, alegando que nem os próprios jogadores tinham sido informados.

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