William foi ‘à guerra’ por Kate: o pedido “insultuoso” para mudar a grafia do nome, por causa de três C’s
A preocupação com os monogramas reais do Rei Carlos e da Rainha Camilla levou à sugestão para alterar o nome de Catherine para Katherine.
O Príncipe William ficou furioso com um pedido para que Kate, a Princesa de Gales, mudasse a grafia do seu nome.
A alegada discórdia, revelada na biografia ‘Kate! The Courage, Grace, and Power of the Woman Who Will Be Queen’, de Christopher Andersen, terá envolvido o Rei Carlos e a Rainha Camilla.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
Andersen detalha no livro que o Rei e a Rainha terão manifestado preocupação com o número excessivo de monogramas reais a começar pela letra C – Carlos, Camilla e Catherine.
Leia também: Ex-concorrente do ‘Big Brother Verão’ contrapõe Pedro Jorge e sai em defesa de Sara
“Carlos e Camilla tinham cada um o seu monograma real, que consistia em C’s entrelaçados sob uma coroa, e manifestaram preocupação de que um terceiro monograma real com um C fosse um exagero”, escreve Christopher Andersen.
A solução, para as suas majestades, passava por um pedido insólito: “Kate importava-se de mudar a grafia do seu nome completo de ‘Catherine’ para ‘Katherine’?”, terão perguntado.
Leia também: João Santos admite desilusão com a televisão e esclarece desabafo de saúde mental
William não gostou da ideia. “Ofendido por mais uma ordem vinda de cima, essencialmente destinada a aplacar Camilla, um William furioso respondeu em nome da sua mulher”, conta o autor. O Príncipe de Gales terá classificado o pedido como “insultuoso, não só para Kate, mas para toda a sua família”.
É fundamental sublinhar que estas são alegações. O Palácio raramente, ou nunca, comenta as informações avançadas em livros sobre a realeza.
Christopher Andersen aprofundou este episódio numa entrevista à Fox News Digital, onde explicou que a controvérsia ilustra bem a forma como a monarquia encara a sua imagem e opera como um negócio.
“A natureza inteira do pedido de Carlos e Camilla – de que Catherine estava a acrescentar demasiados C’s aos brasões reais – mostra o quanto a imagem e a marca significam para os membros da família real. A monarquia é realmente um gigante jogo de superioridade”, atirou.
O biógrafo real acrescentou que esta situação é apenas mais um exemplo de como “William foi à guerra por Kate”. O futuro Rei tem feito da proteção da sua mulher uma prioridade desde que ela entrou na família real.
Andersen recordou a invasão de privacidade em 2012, quando foram publicadas fotografias de topless da Princesa durante umas férias. “Ele ordenou furiosamente aos advogados do Palácio que processassem e até queria ver os envolvidos processados criminalmente sob as leis francesas de privacidade”, lembrou.
Já depois de terem formado família, “foi William quem garantiu que Kate não fosse forçada a assumir uma carga de trabalho real demasiado pesada se isso significasse que teria de passar demasiado tempo longe dos seus filhos”, garantiu Andersen.
Apesar da tensão inicial sobre os monogramas reais, o incidente não escalou na família, que ainda mantém “afeto” uns pelos outros. Christopher Andersen disse à Fox que “não demorou muito até que tivessem de lidar com os seus diagnósticos simultâneos de cancro, o que colocou tudo o resto numa perspetiva diferente”.