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António Leal e Silva revela: “Não vou ser testemunha do José Castelo Branco!”

O comentador da 'V+ TVI' explica por que razão recusou o pedido do socialite...

António Leal e Silva não será testemunha de José Castelo Branco no processo de violência doméstica que o socialite enfrenta.

O comentador da ‘V+ TVI’ confirmou a sua decisão no programa ‘V+ Fama’, na quarta-feira, 30 de setembro de 2026, depois de já o ter adiantado em privado ao blog ‘Dioguinho’.

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A revelação surge num momento crucial, após Betty Grafstein, a socialite norte-americana, ter prestado depoimento em tribunal. Marcela Fernandes, considerada uma das testemunhas chave no processo, também já falou perante o juiz, levantando dúvidas sobre a consistência das acusações.

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Adriano Silva Martins, apresentador do ‘V+ Fama’, questionou abertamente se os depoimentos apresentados teriam substância, ou se seriam, no fundo, “uma mão cheia de nada”, face à complexidade do caso.

António Leal e Silva, no seu papel de comentador, admitiu que já tinha esgotado tudo o que havia para dizer sobre o mediático caso de José Castelo Branco e Betty Grafstein. “Em relação à Betty, eu tenho o maior carinho e admiração por ela, amizade”, disse, acrescentando que a socialite, “enquanto mulher ou vítima ou pseudo-vítima”, tem o direito de prestar as declarações que muito bem entender.

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O comentador lembrou que cabe exclusivamente ao juiz “analisar se tem [fundamento]” o que foi dito em tribunal. “Há uma parte, uma fação que diz que isto é um monte de nada e há outra que diz que isto é muito pé”, atirou, referindo que “há quem defenda que ela não está muito [bem]”, numa alusão ao seu estado de lucidez, um ponto que, sublinhou, “é um problema do tribunal”.

Questionado por Adriano Silva Martins para especificar as suas observações, Leal e Silva explicou que Betty Grafstein “diz que foi vítima” e que essa vitimização se estendeu “durante 30 anos”. Contudo, o comentador levantou uma questão crucial sobre a alegada falta de memória para datas específicas: “Mas não se lembra de quando é que foi?”. Para Leal e Silva, “isso as pessoas têm que combinar”, e a análise da veracidade dos factos deve ser feita por quem de direito, ou seja, o juiz, sem a sua interferência.

Sobre a sua não participação como testemunha, António Leal e Silva foi perentório: “Eu não vou, que fique bem claro, eu não vou ser testemunha do José Castelo Branco”. Esclareceu que foi “solicitado” pelo próprio “conde” para integrar a lista de testemunhas, mas recusou. “Achei que não me tenho que meter nisto”, garantiu. “Agora é a hora da justiça e a justiça tem que ser feita por quem de direito. Que são juízes. Eu não tenho que estar a puxar nem para um lado nem para o outro. Eu sou amigo dos dois”.

O comentador sublinhou que “isto tem muita coisa em jogo, tem muito filme em jogo, tem muita gente em jogo, tem muitas histórias em jogo que eu não vou estar a levar aqui”, reforçando a sua decisão de se manter completamente afastado do processo judicial, apesar da amizade que o une a ambos os envolvidos.

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