BB Verão! Joaquim não se importa com rótulos: “Sou egocêntrico e convencido para eles”
Joaquim explicou que o rótulo chocou o grupo porque ele passou de “invisível” com baixa autoestima para mais assertivo
Hoje no Big Brother Verão, Joaquim e Tatiana partilharam um momento de reflexão sobre o ambiente vivido na casa, com especial destaque para a opinião dos restantes concorrentes.
Durante a conversa, o jovem assegurou que não pretende alterar a sua personalidade apenas para lhes agradar, respondendo diretamente aos rótulos que lhe têm sido atribuídos.
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A conversa começou com Tatiana a questionar como é que o grupo o costuma tratar. Joaquim respondeu com ironia: “O que se acaba com eles? Com a sua cocorela”. A colega procurou ir mais além e pediu o adjetivo exato que usam para o definir, referindo: “Afora com isso, o adjetivo para ti, o tipo uau, que todo mundo cai em cima de ti, não estou a falar de amigos, não”.
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Sem hesitar, Joaquim enumerou os termos: “Convencido, convencida. É o ego, é o gostinho de todos”. A colega concordou com a observação, e o jovem acrescentou: “Acho que eles estão a ver mal”.
Na tentativa de o ajudar a lidar com a situação, Tatiana ofereceu um conselho sobre a gestão de imagem no jogo: “Como é que eu vou te explicar? Sim, a tua forma de ser, a tua abordagem, eles acham isso. Ah, Joaquim, é normal, é normal. Eles vão achar, vão sentir o que eles querem, o que fica melhor para eles, para te atribuir um rótulo. Pronto, é isso. Agora, sabes o que é que tu fazes? Desfaz esse rótulo”.
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Joaquim garantiu que já refletiu sobre o assunto de forma consciente: “Não será que eu já te fiz? Já pedi a opinião, já fui sensato mil e uma vezes comigo”. Tatiana incentivou-o a manter essa atitude atenta: “Vais continuar a sê-lo. E pega nessas coisinhas”. No entanto, o jovem mostrou-se resoluto: “Há quem queira o rótulo mais eu e eles não damos”.
A concorrente reforçou a sua ideia, pedindo-lhe que aja com estratégia: “Tudo bem, faz a tua parte só, percebes? Pega nas pequeninas coisinhas que tu achas que entregas para receberes esse rótulo e apaga, para ver se eles vão continuar com esse rótulo”. Foi neste momento que Joaquim deixou bem clara a sua posição: “Não me importo com esse rótulo, não vou deixar de ser quem sou. Se querem que eu seja, só querem dizer que eu sou egocêntrico, e se eu sou realmente, para eles ou para quem quiser achar, que fiquem com esse pensamento. Não é propriamente um defeito também”.
Perante a firmeza das palavras, Tatiana explicou que a ideia não era mudar a sua essência, mas sim devolver as críticas: “O que eu estou a dizer é só para fazeres saber, quando atiram-te uma coisa, esta coisa tem que voltar para eles e de uma forma natural”. Joaquim confirmou que isso já tinha acontecido: “E voltou. Tanto é que depois foi feita a pergunta: como é que é então agora? Quem é que levanta o braço? Quem é que acha isto? E foste tu”.
A interação prosseguiu com Tatiana a procurar saber qual a palavra exata que gerou consenso no grupo. “É só isso que tens que fazer e dá-lhe. Como é que é mesmo que te chamam? Vai, eu quero, eu quero, porque eu vou pegar nisso. Cucurela. Fala, como é que te chamam mesmo?”, perguntou. O jovem reiterou o foco das críticas: “Egocêntrico convencido”. Tatiana ironizou com a resposta, chamando-lhe o maior, ao que Joaquim recordou as suas origens no desporto: “Que eu era o maior do remo. Só que chocou-os que eu passei de baixa autoestima e de invisível”.
Tatiana insistiu para descobrir a principal acusação unânime: “Só quero saber qual é a palavra mais forte que eles atribuíram a ti em unanimidade? Tipo, não estou a dizer que foram todos. Qual é mesmo o adjetivo?”. Joaquim concluiu a reflexão com uma estimativa sobre as opiniões alheias: “Podes perguntar a eles, mas eu diria que é egocêntrico. Ok. Tens de perguntar aí a uns 6 ou 7, na minha ideia”. A conversa terminou com a colega a garantir que não iria perguntar e a cumprimentar Afonso, que passava no momento.