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Bernardo Silva: Paixão pelo Benfica, disciplina familiar e picardias com o avô Sportinguista

Entre o Sporting da mãe e o Benfica do pai: As influências que moldaram Bernardo Silva

O internacional português elogiou ainda o papel distinto que cada um dos progenitores teve na construção da sua personalidade e na sua responsabilidade.

A paixão clubística de Bernardo Silva é publicamente assumida e vivida de forma intensa, mas a sua ligação ao Sport Lisboa e Benfica não foi uma inevitabilidade imposta por toda a família e, durante a entrevista intimista no programa “Alta Definição”, o futebolista partilhou com Daniel Oliveira os contornos divertidos de uma infância vivida numa casa onde a rivalidade entre os dois grandes rivais de Lisboa marcava presença assídua, com especial destaque para a figura do seu avô materno.

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Com o lado materno assumidamente sportinguista e o pai ferrenho adepto encarnado, o médio acabou por ceder à influência paterna, embora tenha chegado a frequentar as bancadas de Alvalade. “Sei que o lado da minha mãe é todo sportinguista, portanto desde a minha mãe, os meus dois avós, o meu tio. O meu pai, benfiquista, jogava muito futebol comigo. Felizmente, porque eu gosto muito de ser benfiquista, o meu pai conseguiu encaminhar-me para esse lado“, confessou.

Esta divisão clubística gerava momentos de grande diversão e provocação caseira, sobretudo com o avô materno, que, ironicamente, foi um dos responsáveis por formalizar a sua inscrição na Luz.

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Bernardo Silva recordou um episódio hilariante após uma polémica final da Taça da Liga vencida pelo Benfica frente ao Sporting. “Eu gozei imenso com o meu avô na altura (…) Fomos para a cama chateados, mas era muito divertido. Eu era muito mais ferrenho quando és miúdo, não é? E o meu avô era muito ferrenho no Sporting“, partilhou, entre risos.

Para além do futebol, o atual camisola 10 do Manchester City fez questão de destacar o equilíbrio educacional que recebeu em casa e que o formou enquanto homem. “O meu pai sempre me deu um sentido de responsabilidade muito grande, a forma de encarar a vida. Sempre foi muito disciplinado na forma como encara o seu dia a dia, a forma como encara o trabalho e como nos educou“, elogiou com orgulho.

Em contrapartida, encontrou na figura materna uma complementaridade essencial: “A minha mãe dava-nos um bocado mais de liberdade no nosso dia a dia […] Talvez com a minha mãe um bocado mais de criatividade, e com o meu pai talvez um bocado mais de responsabilidade. Foi um bom equilíbrio, eu acho“.

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