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Cláudio Ramos recorda susto com a filha na fronteira com Espanha

Durante a Crónica Criminal, o comunicador da TVI revelou uma situação caricata que ocorreu com as autoridades espanholas.

Durante a Crónica Criminal do programa Dois às 10 de hoje, Cláudio Ramos partilhou uma situação insólita que viveu com a sua filha, Leonor, quando esta era ainda criança.

A inconfidência do apresentador da TVI surgiu no seguimento de um debate sobre uma tentativa de rapto num centro comercial em Portugal.

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Ao recordar o passado, o comunicador explicou o episódio de tensão que ocorreu na fronteira entre Portugal e Espanha. Cláudio Ramos começou por contextualizar a época: “Na altura da… não me lembro em que contexto é que era, não se podia passar de Badajoz para Elvas sem mostrar… o bilhete. Ouvi uma situação qualquer, ouvi uma coisa qualquer que agora não tenho presente.”

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O rosto da estação de Queluz de Baixo detalhou que viajava habitualmente com a filha para o país vizinho. O apresentador relatou o momento exato em que foram intercetados: “A minha Leonor era muito pequenina. E nós íamos ao supermercado a Badajoz, como sempre, e passámos. E parou, e a polícia mandou-nos parar na fronteira, obviamente era comum. E faz perguntas ao pai, que tinha o bilhete de identidade na altura, e à Leonor.”

A maior surpresa aconteceu durante a interação com as autoridades policiais espanholas. Cláudio Ramos descreveu a reação inesperada da criança perante a autoridade: “E a polícia pergunta à Leonor, é o pai? E a minha filha diz, não. Era muito pequenina. E a minha filha diz, não. Eu ia gelando.”

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Apesar do susto inicial, o caso resolveu-se rapidamente, muito devido à presença das autoridades portuguesas que se encontravam nas imediações e que reconheceram o apresentador e a criança. Cláudio Ramos concluiu a história: “Só que aquilo é polícia espanhola e logo à frente tínhamos a polícia fiscal… que tínhamos a polícia fiscal… E depois fomos lá e conhecíamos que era a Leonor. Mas a minha Leonor diz, não. Porque era muito pequenina. E isso pode acontecer. Claro, mas é um exemplo isolado, obviamente.”

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