Diogo Cunha desiste do Big Brother All Stars. Saiba os motivos!
O ex-finalista do 'Big Brother 2020' abriu o jogo sobre a "gritaria e berros" que o levaram a sair...
Diogo Cunha deixou a casa do ‘Big Brother All Stars’ na quarta-feira, 7 de outubro de 2026, uma decisão irrevogável que Maria Botelho Moniz tentou, sem sucesso, demover.
O concorrente, que já tinha sido finalista do ‘Big Brother 2020’, onde conquistou o segundo lugar, não vacilou, até porque a recomendação de um enfermeiro e de uma psicóloga pesou na sua escolha.
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A apresentadora, Maria Botelho Moniz, questionou-o de imediato sobre o que se passava: “O que é que nos traz aqui hoje?”. Diogo Cunha, de 40 anos, natural da Moita, que é gestor de marketing digital e nómada digital, quis primeiro tranquilizar os seus: “Primeiro dizer aos meus amigos e à minha família que está tudo ok, para não se preocuparem. Começamos por aí, está bem?”.
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A seguir, Diogo Cunha esclareceu que a sua saída não era uma brincadeira, como chegou a sugerir ao ‘Big Brother’. “Não, estou a brincar. Eu preciso mesmo de me retirar deste ambiente, Maria”, atirou. Explicou que entrou no jogo com a intenção de “brincar ao Big Brother”, focado nas alianças, nas lideranças e na estratégia. No entanto, a realidade da casa era bem diferente.
“Não estar num ambiente em que eu acordo de manhã e gritaria, berros, diz-se-que-diz-se, palavrões, conflitos. É o normal, é o prato do dia, sabe? E de vez em quando joga-se”, desabafou. Para o concorrente, a dinâmica deveria ser inversa: “Isto devia ser muito jogo, muitas lideranças, muitas alianças, muitas quebras de confiança, muito aquele disse aquilo, aquele fez assado. Mas em relação ao jogo em si e às nomeações, a meu ver, isto é a forma de eu ver, mas não, é exatamente o contrário que aqui acontece. É muito, é um ambiente que não é, olha, é um ambiente tóxico”.
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Maria Botelho Moniz perguntou-lhe se não haveria um grupo de concorrentes que, como ele, sentisse o ambiente pesado e quisesse mudar a situação, unindo-se para “fazer diferente”. Diogo Cunha admitiu ter tentado essa abordagem. “Totalmente de acordo, Maria, e eu tenho tentado fazê-lo no último mês e desde o início”, contou. Sublinhou que a decisão não foi “de ânimo leve”, mas sim o resultado de um processo de reflexão, reforçado pelo aconselhamento profissional. “Com os aconselhamentos que eu tive das avaliações física e psicológica, do enfermeiro e da psicóloga, que me recomendaram a eu ser retirado deste ambiente, eu também tenho que de alguma forma ouvir os sinais do meu corpo e respeitar tudo isso e retirar-me com imensa pena”, revelou.
A apresentadora lamentou a saída, reconhecendo que Diogo Cunha era “uma carta fora do baralho” no jogo. O concorrente, conhecido pela sua personalidade calma, racional e ponderada desde a sua primeira participação no ‘Big Brother 2020’, reiterou o seu desejo de que a casa se focasse mais no jogo. “O normal é gritaria e berros. Faz com que eu desperte todos os dias de manhã a não querer despertar aqui todos os dias de manhã”, explicou.
Diogo Cunha descreveu o ciclo vicioso de discussões: “Eu já sei que quando vou vão para a cama, no dia seguinte vai haver discussão. E acontece-nos muitas vezes também ir para a cama e já nem saber o número de discussões que existiram nesta casa”. Para ele, uma discussão saudável deveria ser rara e aprofundada, não “o prato do dia” do conteúdo do programa.
Questionado sobre a autenticidade das discussões, Diogo Cunha foi direto: “Eu já começo a sentir, mais do que fabricado ou real, eu já começo a sentir é que as palavras são ditas sem qualquer significado nesta casa”. Observou que via concorrentes a dizerem “nunca mais falo contigo” e, “exatamente 5 segundos depois, estão aos abraços”. Para ele, as palavras “perdem peso” e “saem da boca para fora e pronto, é só mais um, é só mais uma coisa”.
Apesar do ambiente, Diogo Cunha identificou concorrentes que poderiam ser uma “luz neste turbilhão”. Apontou Francisco como um “grande influenciador”, embora este “não admita a influência que tem”. Mencionou ainda Noélia, Helena Isabel Segunda, Jéssica, David, Catarina Miranda e Daniela Santos como jogadores com potencial, se se focassem no jogo e na “brincadeira” que o ‘Big Brother’ deveria ser.
No final, Diogo Cunha agradeceu à TVI e ao ‘Big Brother’ pela confiança. “Eu, eu, vamos estar juntos domingo, será a próxima vez que estaremos juntos, certamente”, disse, referindo-se a domingo, 11 de outubro de 2026. Fez ainda um pedido: “Nos próximos dias também aproveito e peço à TVI para me deixarem um bocadinho em paz, que eu preciso mesmo de dormir”.