Bárbara Tinoco casou-se. A cantora e compositora portuguesa oficializou a união com Feodor Bivol, músico e produtor russo, na segunda-feira, 5 de outubro de 2026.
A cerimónia, discreta e privada, foi um dos temas quentes do ‘V+ Fama’ de 7 de outubro, onde Adriano Silva Martins, apresentador do programa no V+ TVI, recebeu em estúdio António Leal e Silva, Cláudia Jacques e Guilherme Castelo Branco para comentarem as mais recentes notícias dos famosos.
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Adriano Silva Martins abriu o debate sobre as primeiras imagens da noiva, que rapidamente se tornaram virais. O apresentador destacou o vestido escolhido por Bárbara Tinoco, uma criação da designer Pureza de Melo Breiner, e a forma como o noivo, Feodor Bivol, se apresentou, com as suas tranças características.
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António Leal e Silva, um dos comentadores, não escondeu que a escolha do vestido não seria a sua. “Se eu escolheria? Não. Se eu acho muito interessante? Acho que é B”, atirou, numa avaliação que sugeria alguma reserva. No entanto, fez questão de sublinhar que o mais importante era a felicidade dos noivos. “Eles têm que estar felizes, têm que se sentir bem. Foi o que ela idealizou”, lembrou, acrescentando que “cada pessoa faz um casamento ao seu género” e que a individualidade deve ser respeitada. O comentador ainda brincou com o visual do noivo: “Eu adoro o Fyodor com as tranças, que eu de repente pensava que era a Heidi, mas não era.”
Cláudia Jacques, por outro lado, não teve dúvidas de que o vestido era perfeito para a cantora. “Eu acho que o vestido tem tudo a ver com ela. Super a ver com ela”, garantiu. Para a comentadora, o modelo romântico e delicado, que incluía flores a condizer com as três tatuagens que a artista tem no braço, refletia a sua essência “de menina”, a sua voz e as suas músicas. “Acho que a Pureza pensou exatamente naquilo que a Bárbara é, naquilo que ela representa, na imagem que transmite, e chegou lá muito bem porque fez um vestido que tem tudo a ver com o estilo da Bárbara”, explicou. Cláudia Jacques notou ainda que as imagens transmitiam uma atmosfera “campestre, mais simples”, de um casamento “mais pequenino, mais simples, mais privado”.
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Guilherme Castelo Branco também se mostrou agradado com a simplicidade do vestido, elogiando a ausência de “tantos bordadozinhos e rococós” e a forma como as flores do modelo combinavam com as tatuagens da cantora. O comentador, contudo, apontou um pormenor que o incomodou no design: “estar todo fechadinho em cima e depois estar as costas em baixo”. Cláudia Jacques acrescentou que a noiva também usava uma trança, tal como o noivo.
A cerimónia foi mantida em total secretismo, um feito que Guilherme Castelo Branco destacou. “Neste caso não houve mesmo nada”, admitiu, referindo-se à habitual dificuldade em esconder eventos desta natureza.
Lembrou que as únicas pistas anteriores tinham sido um pedido de casamento feito pela filha do casal, Masha, que apareceu com um bibelô a dizer “pai, queres casar com a mãe?”, e uma declaração da cantora num concerto, onde disse: “este é o último concerto que eu vou dar com o Mestre”.
No final da conversa, o consenso entre os comentadores foi unânime: a felicidade do casal é o que realmente importa. António Leal e Silva desejou que o dia tivesse sido “único, inesquecível, e que eles vão recordar dele para o resto da vida, que é isso que é o mais importante”, deixando de lado as opiniões sobre os pormenores do vestuário.