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Isabel Figueira recorda passado com César Peixoto e confessa infelicidade

A comentadora do V+ Fama analisou a nova vida de Gonçalo Ramos e Margarida Amaral Domingues em Itália, lembrando as dificuldades que enfrentou quando acompanhou o antigo companheiro.

No V+ Fama de hoje, conduzido por Adriano Silva Martins, o painel de comentadores abordou a nova vida de Gonçalo Ramos e Margarida Amaral Domingues em Itália.

A jovem, tratada carinhosamente por Maguigas, celebrou recentemente o seu 26.º aniversário com uma festa no deslumbrante Lago de Como, mostrando estar perfeitamente adaptada à sua nova realidade no estrangeiro.

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Apesar dos elogios de Marta Aragão Pinto e António Leal e Silva à aparente vida de sonho e luxo do casal, Isabel Figueira fez questão de partilhar uma perspetiva diferente. A comentadora recordou o seu próprio passado, quando viveu fora de Portugal para acompanhar a carreira do antigo companheiro e jogador de futebol, César Peixoto, garantindo que a adaptação a essa realidade esconde bastantes desafios.

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Olhando para o caso de Margarida Amaral Domingues, a comentadora expressou a sua empatia perante as exigências desta mudança drástica de país: “Não deve ser fácil para quem sai de Portugal acompanhar o marido com um filho tão pequeno e não ter o apoio familiar e estarem lá um bocadinho isolados”.

Para justificar a sua visão, Isabel Figueira recorreu às suas vivências, descrevendo os obstáculos emocionais que enfrentou longe de casa. A comunicadora explicou: “Eu também vivi fora e também sei as dificuldades que passei. Senti-me algumas vezes sozinha, tinha um filho pequenino”. Além da solidão, admitiu que a ausência de uma rotina profissional a perturbava, assumindo: “E devo-te dizer que eu estava sempre ansiosa de voltar para Portugal e voltar ao meu trabalho”.

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Sublinhando a importância da sua independência, Isabel Figueira foi perentória ao afirmar que abdicar da sua carreira nunca foi algo com que lidasse bem. Em jeito de desabafo sobre essa fase da sua vida, concluiu: “Eu não via a minha vida a não trabalhar e a viver às custas. Não via. Eu gosto de trabalhar, para mim é super essencial, e não era feliz a estar a viver noutro país seja com o meu marido, e não estar a trabalhar. Para mim, trabalhar é essencial, faz-me sentir viva”.

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