Jennifer Lopez e o apartamento de 15 milhões que vendeu por um motivo insólito… e os vizinhos odiavam-se!
A diva da música e Alex Rodriguez não ficaram com o imóvel no 432 Park Avenue, um edifício de luxo que escondeu vários problemas.

Jennifer Lopez, aos 57 anos, construiu muito mais do que uma carreira de sucesso na música e no cinema; ergueu um verdadeiro império financeiro.
Parte dessa fortuna passou por investimentos imobiliários de luxo, como o apartamento que chegou a ter num dos edifícios mais exclusivos de Nova Iorque.
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Junto a Alex Rodriguez, então o seu noivo de 51 anos, a artista comprou um imóvel no 432 Park Avenue, em Manhattan, por 15,3 milhões de dólares – um valor abaixo dos 17,5 milhões inicialmente pedidos.
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O apartamento, com 372 metros quadrados, ficava no 36.º andar do arranha-céus. Tinha três quartos, quatro casas de banho e acabamentos de topo, incluindo um elevador privativo, uma cozinha moderna com eletrodomésticos embutidos e uma suíte principal com pavimento aquecido e paredes em mármore.
Viver ali era como morar num hotel de cinco estrelas. Os residentes tinham à disposição uma piscina coberta de 22 metros, um estúdio de ioga, uma sala de projeção, um restaurante exclusivo e serviço de concierge.
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Tanta exclusividade tinha um preço: a taxa de condomínio mensal chegava aos 8 331 dólares. Apesar de todo o luxo e da localização privilegiada, mesmo ao lado do Central Park, o casal decidiu vender o apartamento em 2019. O imóvel foi colocado no mercado pelo mesmo preço de compra.
Jennifer Lopez e Alex Rodriguez sentiram que o espaço era insuficiente. Quando os filhos de ambos estavam juntos, a casa tornava-se pequena demais para a família, mostrando que nem um apartamento de milhões de dólares garante sempre o conforto desejado.
Mas a história do 432 Park Avenue não se resume ao glamour de J.Lo. O edifício, vendido como um dos mais caros e exclusivos de Manhattan, acabou por ser alvo de várias polémicas.
Os moradores queixaram-se de problemas estruturais. Foram relatadas falhas constantes nos elevadores, inundações, ruídos perturbadores e oscilações da estrutura provocadas pelo vento.
O ambiente no condomínio azedou. Uma das moradoras chegou a desabafar: “toda a gente se odeia aqui”.
Assim, o 432 Park Avenue transformou-se num símbolo do contraste entre a promessa de uma vida de luxo no topo de Nova Iorque e a dura realidade de viver numa das torres mais controversas da cidade.