João Ventura e Tatiana Durão pressionam colegas a nomear o casal do Big Brother Verão
"Temos de começar a nomeá-los aos dois": A estratégia para a Gala e nomeações no «Big Brother Verão»
João Ventura e Tatiana Durão têm vindo a alertar o grupo para os perigos de permitir que o casal avance sem oposição até à final.
A tensão na casa do «Big Brother Verão» atingiu novos picos este domingo, 2 de agosto, precisamente no dia em que Maria Botelho Moniz conduz mais uma Gala em direto e nas vésperas de uma nova ronda de nomeações. No jardim, a leitura de jogo voltou a focar-se na necessidade de travar o avanço de Mariana Sá e Miguel, com João Ventura a assumir uma postura implacável perante a passividade de alguns colegas.
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Em conversa com Joana Rodriguez, o concorrente recuperou os alertas deixados durante a manhã por Tatiana Durão, que tentou convencer o grupo a rebater a dinâmica do casal e a colocar ambos na linha de tiro nas próximas votações. “Por exemplo, a Diana veio atiçar com aquilo do casal. Que íamos ficar com o casal até ao fim… (…) Se formos mesmo concorrentes… Eu não quero chegar com um casal até ao fim. Portanto, tem que começar a nomeá-los aos dois agora. Qual é o medo?“, questionou João Ventura.
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Joana Rodriguez concordou com a necessidade de agir, embora tenha ressalvado a sua própria gestão de afeto dentro da casa. “São pessoas que eu não vou nomear. Se eu nomear acaba por ser o Miguel, não a Sá“, admitiu, levando o colega a reforçar a importância de deixar uma marca visível no ecossistema do programa. “Faltam 4 semanas para esta porcaria acabar, ou 5, não é? (…) Quero sair daqui a sentir que estive a jogar, a dar tudo? Ou quero sair daqui a pensar: ‘ah, sabes, não dei nada, não deixei marca, não mostrei lá para fora que concorrente é que posso ser?‘”, atirou.
João Ventura foi mais longe ao analisar as consequências do apagamento de alguns habitantes a pensar no futuro profissional após o fim da experiência. “Há aqui pessoas que não vão voltar a ser chamadas para nada. Porque não vão fazer nada. E este programa teve muitas plantas. (…) Se nós andamos a mostrar que somos plantas, ninguém nos vai convidar. Penso eu. Preciso de ter trabalho e quero continuar a trabalhar. E quero continuar a aparecer“, confessou.
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Por sua vez, Joana Rodriguez defendeu que a reatividade e os momentos de conflito, embora arriscados, servem de motor para a emissão. “O que é que é uma planta? É uma pessoa que não entra no fogo (…) Por muito que nós queiramos também dizer que a nossa parte reativa é má, alimenta este jogo. Esquece, não dá para tu jogares sem teres essa parte também. Porque senão o jogo é só de rirmos e fazermos palhaçadas. E isso para mim sim é um campo de férias“, argumentou.
A troca de impressões terminou com João Ventura a alertar para os excessos comportamentais e para a imagem projetada para o exterior quando a emotividade se sobrepõe ao discernimento, numa altura em que todas as decisões assumem um peso decisivo para a ‘Gala’ deste domingo e para as nomeações de amanhã.
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