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Jorge Guerreiro recorda fase depressiva: “Já me senti a pessoa mais infeliz do mundo”

O cantor abriu o coração na SIC. O medo de perder a voz e a crise financeira durante a pandemia foram os temas centrais do desabafo...

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Jorge Guerreiro foi o mais recente convidado do formato ‘Em Casa’, conduzido por Andreia Rodrigues, onde abriu o coração sobre alguns dos momentos mais delicados da sua vida pessoal e profissional.

O cantor recordou uma fase depressiva e a solidão que muitas vezes acompanha a vida artística, confessando: “Já me senti a pessoa mais infeliz do mundo, sim, mesmo estando em cima do palco”.

O artista explicou que essa tristeza é comum entre colegas de profissão, detalhando a sensação de vazio perante multidões. Durante a entrevista, Jorge Guerreiro lembrou um episódio marcante ocorrido num mês de agosto, em que foi consumido por um pânico súbito em plena época alta de espetáculos.

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O cantor relatou o desespero que sentiu, revelando: “De um momento para o outro meti na cabeça que ia perder a minha voz”. O medo irracional transformou o sonho num autêntico pesadelo psicológico, com o artista a descrever a ida para os concertos como uma ida para a forca, incapaz de partilhar a alegria da sua própria equipa.

A conversa recaiu ainda sobre as graves dificuldades financeiras vividas durante a pandemia de covid-19. Sem concertos durante cerca de dois anos, o artista viu as suas poupanças a esgotarem-se no final de 2021, o que o levou a ponderar abandonar Portugal e mudar de vida.

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Sobre esse período limite, explicou: “A minha cabeça viajava por sítios a que eu não quero voltar. Eu já pensava em migrar, já pensava em fazer qualquer coisa”. Com humor à mistura, Jorge Guerreiro admitiu as suas limitações práticas fora do mundo da música, atirando: “Não tenho jeito para quase nada. Não sei colar uma lâmpada”.

Apesar dos fortes obstáculos, o cantor assumiu ser um homem de muita fé, acreditando que os momentos de queda abrupta servem para o impulsionar para fases melhores. O cantor garantiu a Andreia Rodrigues que tudo o que lhe aconteceu de menos bom esteve sempre associado a algo positivo que se seguiu no seu percurso.

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