
Apesar de ainda não existir um contacto formal, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol já assumiu a condução do processo.
O xadrez no comando técnico da Seleção Nacional começa a movimentar-se rapidamente após a eliminação no Mundial 2026. Jorge Jesus surge como o perfil mais consensual para render Roberto Martínez no cargo de selecionador, estando disposto a aceitar uma forte redução nos seus rendimentos financeiros para realizar o desejo de liderar a equipa do seu país.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
Até ao momento, e de acordo com as informações avançadas pelo Desporto ao Minuto, o experiente treinador ainda não terá recebido uma proposta ou abordagem formal por parte da estrutura federativa. Contudo, o cenário conheceu novos desenvolvimentos esta quarta-feira, dia 8 de julho, com o regresso da comitiva lusa a Lisboa.
À chegada à capital, Pedro Proença confirmou publicamente que assumiu a liderança direta das negociações para encontrar o novo timoneiro. “Ainda hoje, irei para a Cidade do Futebol para tratar, pessoalmente, deste ‘dossier’, e espero que até ao final desta semana tenhamos novidades concretas e objetivas“, assegurou o líder da Federação Portuguesa de Futebol aos jornalistas presentes no aeroporto.
Leia também: Mundial 2026 dita saída de Roberto Martínez com Jorge Jesus na linha da frente para assumir Portugal
A imprensa desportiva, nomeadamente o jornal ‘A Bola’, adianta que o nome de Jorge Jesus é a prioridade exclusiva em cima da mesa. O projeto prevê a assinatura de um contrato de longa duração, válido até 2030, com um teto salarial substancialmente inferior àquele que o técnico auferia no campeonato da Arábia Saudita.
O timoneiro prepara-se para rubricar um acordo que fixa os seus vencimentos abaixo dos 4 milhões de euros brutos por ano, uma quebra significativa face aos 12 milhões de euros anuais que recebia no Médio Oriente.
A predisposição do técnico para assumir o desafio já tinha sido manifestada pelo próprio no passado mês de maio, numa declaração onde vincou o orgulho em representar o país. “Quem pode dizer que não à seleção?! Já disse que não a uma das melhores seleções do mundo [Brasil], não posso dizer à outra que não“, afirmou na altura, deixando a porta totalmente aberta para o desfecho que agora se desenha.
Presente de Georgina a Antonella Roccuzzo gera reflexão: “Pode ser um ato de alguma superioridade”