Márcia Soares emocionada: “Nunca fui tão livre na minha vida como no Big Brother”
Márcia Soares emociona-se ao recordar o Big Brother, dizendo que nunca se sentiu tão livre e tão vista como pelo “Big”
O Extra do Desafio Final, na última madrugada, abriu portas à discussão sobre o verdadeiro impacto de participar num reality show.
Com a exibição de imagens dos finalistas a interagir com a VOZ, as comentadoras Cinha Jardim e Márcia Soares debruçaram-se sobre a experiência, que classificam como transformadora.
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Marta Cardoso, apresentadora do formato, foi a primeira a sublinhar a diferença entre a perspetiva de quem assiste e de quem vive a casa. “Quem vê do lado de fora e estamos a falar de um programa de entretenimento na realidade, não é? Vemos isto com leveza e vivemos isto como isto deve ser vivido, mas para quem participa é completamente diferente depois de se participar num reality nunca mais se volta à pessoa que se era antes ou pelo menos nunca mais se olha para a televisão ou para os realities da mesma maneira”, disse.
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Cinha Jardim, veterana de vários formatos, reforçou a ideia da “mística” que envolve o programa. Para ela, só quem atravessou as portas da casa consegue verdadeiramente entender o fenómeno. “Eu acho que depois de se estar lá dentro, é como se costuma dizer aquela velha frase só quem lá está ou quem lá esteve é que percebe a mística porque isto é um bichinho que depois fica cá dentro, que uma pessoa até tem vontade de entrar outra vez, mesmo que vá fazer as neiras e que volta a repeti-las, mas há uma saudade de tudo aquilo que se passa nós passamos alguns momentos muito maus ali dentro ou de saudades, ou porque detestamos um concorrente e, portanto, temos que levar com ele de manhã à tarde e à noite no mesmo espaço por isso é que é um desafio um desafio muito grande, mas depois é muito bom chegar a casa dormir e pensar e nos momentos, nunca mais eu para mim, nos meus dois que entrei nunca mais me esqueci deles e ficam marcados o que é que traz do fim, depois de tudo”, confessou.
Márcia Soares, visivelmente emocionada, descreveu a sua passagem pelo Big Brother como um momento de liberdade e transformação sem igual. “Eu fico muito sensível porque é verdade que é uma experiência muito única e eu estava aqui a pensar na minha experiência e eu acho que nunca fui tão livre na minha vida, como aqueles 4 minutos que estive lá dentro é verdade que aquilo nos transforma muito, e há aquilo que estás a dizer e estava-me a lembrar da Marcia Antiga, porque há realmente marcianos de programa, é uma Marcia depois, não estou a dizer que seja uma Marcia melhor, mas é uma Marcia transformada sem dúvida e depois estou um bocado na hostálgica porque é estar lá dentro, é uma sensação mesmo boa, é libertadora”, relatou.
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A ex-concorrente destacou ainda a ligação especial que se cria com a figura do “Big”. “E depois é o Big o Big eu acho que foi a pessoa e é isso que me emociona, e se um dia voltar eu sei que será sempre pelo Big porque eu acho que eu nunca fui tão vista por ninguém, como por ele, portanto, é uma experiência muito boa e é verdade, aquilo que o Pedro diz é muito verdade nós estamos lá dentro, estamos com a cabeça cá fora há um bocadinho de tempo de saudades, mas é, e quando estamos cá fora, é que o Massinha diz aquele bichinho de voltar a entrar é ridículo, mas parece que há sempre alguma coisa que ficou por fazer e, na verdade não fica”, acrescentou. Márcia Soares comparou a experiência ao percurso de João Ricardo, que sempre sentia a necessidade de “terminar um capítulo”, vendo na participação no reality um ciclo contínuo.