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O desabafo de João Moura Caetano sobre a noiva no programa da manhã: “Não ligo nenhuma às elites”

Afastado das polémicas, o cavaleiro falou sobre a paz e a tranquilidade que Luíza Abreu trouxe à sua vida. O casal aguarda a chegada da primeira filha em comum e mantém o pacto de união.

O cavaleiro tauromáquico João Moura Caetano foi o grande convidado da emissão desta sexta-feira do programa Bom dia alegria, conduzido por Merche Romero e Zé Lopes no canal V+.

Numa conversa bastante descontraída e focada na sua vida pessoal, o toureiro abriu o coração para falar sobre o seu noivado com Luíza Abreu e revelou as qualidades que mais admira na companheira, que em breve lhe dará uma filha.

Logo no início da entrevista, Merche Romero quis perceber se a gravidez da jovem era o fruto de uma paixão de contornos mais arrebatadores e o convidado não hesitou em confirmar. “Sim, é um amor inesperado, claro que sim, mas que é muito genuíno e saudável”, começou por confessar o cavaleiro.

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Curioso sobre a dinâmica do casal, Zé Lopes tentou perceber o que é que a ex-concorrente de reality shows trouxe efetivamente à vida do toureiro. Sem poupar nos elogios, João Moura Caetano destacou a forma de estar e a resiliência da noiva. “A Luíza é uma pessoa muito interessante como pessoa e, ao mesmo tempo uma pessoa muito humilde que quer atingir os seus objetivos de vida, mas sempre sem passar por cima de ninguém e sempre com tranquilidade, a conseguir ultrapassar os obstáculos com tranquilidade. Quando se consegue, consegue. Quando não se consegue, não se consegue. Vamos outra vez”, explicou com orgulho.

Esta perspetiva mais calma de encarar os altos e baixos do dia a dia é, de resto, um dos grandes pilares que os une profundamente e os afasta de vedetismos. “E isso é muito importante para mim, eu sou muito simples, eu sou uma pessoa muito que me dou com toda a gente, que não ligo nenhuma às elites. Aos estatutos, ligo às pessoas que eu gosto de estar, às pessoas boas, e, portanto a Luíza é um bocadinho parecida comigo nesse aspeto”, acrescentou o cavaleiro tauromáquico, mostrando-se em plena sintonia com os valores da companheira.

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A conversa rumou inevitavelmente para o mediático período em que Luíza Abreu esteve fechada na casa do Big Brother, altura em que os dois já namoravam. Foi neste momento que João Moura Caetano fez uma revelação surpreendente, assumindo que também ele foi desafiado pela produção da TVI para entrar na casa mais vigiada do país. Quando questionado por Zé Lopes se teria sido convidado, confirmou prontamente, mas explicou o motivo da sua recusa perentória. “Com toda a cordialidade, mas eu não… Para já estava em temporada”, justificou, referindo-se aos seus exigentes compromissos profissionais nas praças de touros durante a época alta do verão.

A revelação levou mesmo o apresentador Zé Lopes a brincar com a situação, atirando que poderiam ter sido colegas de casa, uma vez que também ele tinha recebido o convite na altura.

Sobre a ausência da namorada durante a sua participação no reality show, o balanço feito pelo toureiro provou ser muito mais duro do que o inicialmente previsto. “Ao princípio foi, enganei-me porque pensava que ia ser fácil”, admitiu, revelando os bastidores da decisão da jovem. “A Luíza estava até meio para não ir, eu dei sempre, encorajei a ir, que não fazia mal nenhum e que ia ser na boa, mas depois, claro, quando estamos longe assim da pessoa, que sem poder falar e a ver coisas que atacarem uma pessoa sem nós podermos defender nada”, desabafou. O distanciamento foi ainda mais penoso devido a um acordo prévio feito pelo casal para proteger a sua intimidade da exposição pública. “E nós tínhamos combinado também, ela lá dentro e eu cá fora, estarmos mais a respeitar a nossa relação caladinhos, ainda era pior, era mais difícil, portanto, mas foi bom para ela”, concluiu o convidado, lembrando com carinho o momento em que a foi buscar aos estúdios após a sua expulsão na gala.

A terminar o espaço de tertúlia com um tom romântico, Zé Lopes não resistiu a recordar um detalhe carinhoso do casal, o famoso e moderno termo “SU”, questionando se a promessa estava para durar. O cavaleiro confirmou que o pacto que significa “Sempre Unidos” se mantém firme, confessando que já nem sabe bem como é que a designação surgiu, mas que a sigla continua bem presente e a definir em pleno a cumplicidade que encontraram um no outro.

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