Rui de Sá esperou 90 minutos pela Saúde 24 com um enfarte: o relato assustador
O ator de 65 anos descreve os momentos de terror que viveu no início de agosto de 2026, quando um coágulo ameaçou a sua vida.
Rui de Sá, de 65 anos, viveu um verdadeiro pesadelo no início de agosto de 2026. O ator sofreu um enfarte que o deixou em risco de vida, e agora, depois do susto, conta os detalhes arrepiantes dessa experiência.
Em conversa com a ‘TV 7 Dias’, o artista, que também trabalha como cozinheiro, recordou o momento em que se começou a sentir mal durante o trabalho. “É uma coisa horrível, não desejo a ninguém. Parece que o peito… é uma pressão, apanha o lado esquerdo do pescoço também, o braço”, explicou. Assustado, procurou uma farmácia, onde lhe disseram para contactar a linha de Saúde 24.
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A tentativa de obter ajuda revelou-se um calvário. “Estive uma hora e meia para me atenderem e não me atenderam”, denunciou Rui de Sá, que se viu obrigado a encontrar a sua própria forma de acalmar os sintomas. “Como havia suores frios, fui para o ar condicionado e ao fim de hora e meia a dor foi passando. Nunca pensei que fosse um enfarte. Fui ajeitando tudo no restaurante e quando acabei, fui para o terraço descansar”, contou.
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Contudo, o pior ainda estava para acontecer. “Às 14 horas foi quando deu o primeiro, às 17 horas volta outra vez e mais forte”, lembrou o ator, que desta vez já não estava sozinho. Chamaram o 112, e o INEM, ao chegar, fez um eletrocardiograma que confirmou a presença de um coágulo. Rui de Sá foi imediatamente para o Hospital Garcia de Orta, onde garante que foi “muito bem tratado”.
Após uma série de exames, o ator foi submetido a um cateterismo. “Colocaram uma redezinha na artéria. É um processo doloroso, porque primeiro experimentaram introduzir os tubinhos e os balões num braço e depois no esquerdo para desentupir a artéria”, descreveu. Dias mais tarde, recebeu um aviso sério da médica que o seguia: “A médica que me acompanhou veio falar comigo e disse-me dois dias mais tarde que se eu não tivesse ido ao hospital, não estaríamos a falar”. Uma revelação que o fez refletir sobre a fragilidade da existência. “Comecei a chorar, porque a vida passa muito depressa e não é um dado adquirido”, desabafou.
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Rui de Sá já teve alta hospitalar e agora segue um tratamento com medicação contínua para prevenir futuros problemas de saúde.