A celebração do aniversário de João Maria, filho de Patrícia Palhares e de João Palhinha, esteve no centro da conversa desta terça-feira, 3 de novembro, no ‘V+ Fama’.
A cantora preparou uma festa com o futebol como tema de fundo, mas sem qualquer fotografia ou menção ao pai do menino, que atua como médio internacional pela Seleção Nacional.
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O detalhe não passou despercebido ao painel do formato da TVI e Adriano Silva Martins abriu a emissão a recordar que o menino vestiu uma camisola com o nome de Cristiano Ronaldo, cercado por imagens de vários futebolistas de topo, sem sinal do pai. Nas redes sociais, a mãe justificou a escolha ao garantir que o bolo ficou tal e qual o aniversariante desejava. A explicação mereceu um reparo imediato do apresentador: “Vou dizê-lo tal como penso: acho uma manipulação horrível. O bolo foi exatamente como o João Maria queria”.
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A reação em estúdio foi unânime no descontentamento com o episódio. António Leal e Silva manifestou perplexidade perante as imagens divulgadas e sublinhou a responsabilidade parental: “Acho isto sinceramente de um mau gosto tremendo. Quando se tem um filho cujo pai é futebolista, no cimo do bolo a fotografia que tem que lá estar é a do pai e ponto final, parágrafo. Sobre isso não tem sequer que haver dúvida. Aqui não interessa se é o melhor do mundo, se é português, se podia ser o Messi. Quem tem que estar no cimo do bolo é o pai e o miúdo tem que vestir a camisola com o número do pai”.
O comentador considerou que os desentendimentos do casal não deviam interferir na rotina da criança: “Independentemente das coisas que possam haver, das mágoas, das chatices, das incompatibilidades que existem entre os adultos, entre o pai e mãe, que são coisas normais, não pode ser transportado para a vida e para o quotidiano de uma criança, principalmente num aniversário”. António Leal e Silva insistiu ainda que caberia à cantora orientar a decisão: “Cabe a um pai e a uma mãe educar os filhos. A mãe, enquanto mãe e educadora, que é esse o papel dos pais, virava-se para a criança e dizia: ‘Ó querido, o Cristiano é o Cristiano, mas tu tens um pai que é maravilhoso e é o melhor jogador do mundo, e é o pai’. Isso é uma coisa que se educa, que se ensina em casa”.
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Isabel Figueira alinhou na reprovação e destacou o facto de o jogador ter optado por regressar a Portugal para acompanhar o crescimento dos filhos: “Uma criança não tem idade para decidir o bolo de anos que tem que ser este ou aquele. Quando o pai ainda por cima é futebolista e é um bom jogador, ver estas imagens chocou-me completamente. Preferia não as ver e que a Patrícia não as tivesse exposto nas redes sociais”. Para a comentadora, a exposição pública agravou o cenário: “Podia abandonar, podia não acompanhar o filho, podia ser um pai horrível. É o pai dele, tem que ser o ídolo do filho para sempre”.
Adriano Silva Martins lembrou que havia retratos de outras figuras do desporto, como Lamine Yamal, Kylian Mbappé e Diogo Costa, mas nenhum de Palhinha. “Fiquei muito surpreendido com esta atitude da Patrícia”, confessou o anfitrião, sugerindo que o processo de separação continua por resolver.
Marta Aragão Pinto destacou a divisão das celebrações, lembrando que o futebolista tinha festejado com o filho na semana anterior, antes da festa organizada em Braga pela mãe: “Se a Patrícia quisesse, o João Palhinha estava naquele bolo e estava presente e representado na festa de anos do filho. A Patrícia não quis”. A comentadora concluiu que a atitude revela feridas abertas: “A Patrícia mostra aqui que ainda não ultrapassou a separação. Porque se tivesse ultrapassado, não havia problema absolutamente nenhum de o João Palhinha estar representado naquele bolo”.