Adriano Silva Martins arrasa prestação de Joana Albuquerque no ‘Big Brother’… e o motivo surpreende!
No 'Diário' do 'Big Brother All Stars', o comentador considerou injusto que a concorrente chegue à final do programa.
Adriano Silva Martins deixou duras críticas à prestação de Joana Albuquerque durante o ‘Diário’ do ‘Big Brother All Stars’.
Numa emissão conduzida por Nuno Eiró e que contou também com a participação de Inês Simões, o comentador considerou que a concorrente não merece alcançar a final.
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O debate começou após a exibição de imagens de um desentendimento na casa, e Nuno Eiró notou a falta de contexto da conversa, mas destacou a reação da concorrente em discussão: “Se eles sabem coisas que nós não sabemos, porque esta última parte não percebi nadinha. Calculo que também não tenham percebido, porque elas as duas é que sabem o que é que estão a falar. Porém, Joana acusou ali o toque e foi logo para a sociopatia”.
Inês Simões discordou do termo utilizado na discussão e estabeleceu uma diferença entre reserva emocional e uma patologia: “Eu acho incrível como é que elas colocam aqui palavras do nada. E conceitos de uma coisa é a pessoa ser fria e esconder as emoções, e a Joana Albuquerque já disse várias vezes dentro da casa que é a forma que ela tem de estar para se proteger para os outros não usarem isso contra ela. Isto é uma coisa. Outra coisa é ser sociopata”.
A conversa virou-se depois para a contabilidade dos votos na casa. O apresentador lembrou o que aconteceu na véspera, segunda-feira, 2 de novembro, quando Joana escapou à votação do público apesar de ter sido muito visada pelos colegas: “Porém, [na segunda-feira] teve oito nomeações. Safou-se porque a casa depois decide a favor dela e não da Catarina Miranda. Esta escolha de forma de estar neste jogo está a resultar para ela?”.
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Adriano respondeu de imediato à questão colocada pelo anfitrião: “Claro que está a resultar, porque aquilo que ela nos entregou até agora é tão pouco”. Perante a concordância de Nuno Eiró, o comentador aprofundou a crítica à prestação da jogadora: “Por isso é que está a resultar. Ou seja, ela tem tido muita sorte de realmente não ter ido a nenhuma chapa, ou não ter ido a uma chapa forte, ou não estar no centro das narrativas dentro da casa. E eu acho que ela está ali há um mês e meio de férias. E para uma concorrente que prometia tanto, acho, para mim…”.
O apresentador interrompeu o raciocínio para confirmar se o painel atribuía o desfecho das votações à adversária direta: “Depreendo por isso que a sorte da Joana [na segunda-feira] foi estar com a Miranda”.
A resposta de Adriano foi categórica, juntando-lhe a ideia de que a presença de Joana na derradeira fase do programa não tem justificação pelo que mostrou até ao momento: “Absolutamente. E para mim seria injusto que a Joana sequer chegasse à final, porque ela pelo menos em mês e meio, dois meses, não fez absolutamente nada dentro daquela casa”.
Inês Simões interveio na conversa para perguntar ao colega de painel: “Mas ela tem tido sorte também, ou não tem tido sorte?”.
Adriano reconheceu esse fator, mas insistiu na passividade de Joana perante os acontecimentos do jogo: “Está bem, ela tem tido sorte, mas, ó Inês, ela põe-se de lado em tudo. Ela quase não fala, ela quase não dá uma opinião, ela é quase arrancada a ferros”.
Por seu lado, Inês valorizou as raras intervenções da concorrente: “Mas eu acho que ela quando dá opinião, eu concordo que a Joana podia dar muito mais do que aquilo que dá, é um facto, mas ela quando dá opiniões são opiniões acutilantes”. O argumento não convenceu Adriano, que manteve a fasquia da exigência: “Para mim, isso é trabalhar para o mínimo. É trabalhar para o suficiente, e para mim trabalhar para o suficiente é insuficiente”.
Inês traçou então um cenário otimista para o futuro de Joana na competição: “Eu acho que se ela continuar assim com este comportamento e com esta postura na casa, que vai chegar à final”. Adriano contrapôs de imediato: “Acho que ela está completamente invalidada para ser candidata”.
Na reta final da análise, Nuno Eiró chamou a atenção para a mecânica das votações e deixou uma dúvida no ar quanto à tranquilidade do percurso de Joana: “Pensemos, foram três rondas de nomeações e portanto obviamente que aumenta muito os votos. Se fossem duas nomeações, com certeza, mas lembrarmo-nos que na primeira ronda de nomeações a Joana já tinha sido bastante votada. Isso não diz que pode não seguir esse caminho tão tranquilamente?”.
Inês encerrou o tema manifestando confiança na força da base de apoio de Joana cá fora, mesmo num cenário em que não tivesse beneficiado do confronto direto com Catarina: “Eu acho que não, porque a verdade é que este tipo de postura tem ajudado muito a Joana a safar-se das nomeações. É um facto que aqui eu concordo com este tema do Adriano, e que aliás justo o que falaste foi o Adriano, que se não fosse com a Miranda, se fosse outra pessoa qualquer, eu acredito que ela ficaria nomeada, mas também acredito que a Joana seria salva pelos fãs que tem e por todos os que a acompanham”.