Adriano Silva Martins admite sobre Jéssica Maria: “Fico estupefacto com o facto de achar que a maçã podre seja o Luís”
No 'Diário' do 'BB All Stars' desta terça-feira, 3 de novembro, Nuno Eiró conduziu o debate sobre os novos conflitos da casa...

A relação tensa entre Luís e a nova líder, Jéssica, marcou a análise do ‘Diário’ do ‘BB All Stars’ desta terça-feira, 3 de novembro.
Na emissão conduzida por Nuno Eiró, os comentadores Inês Simões e Adriano Silva Martins debateram os motivos do afastamento entre os dois concorrentes e as escolhas de jogo da liderança.
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Ao introduzir o tema, o apresentador sublinhou a frieza evidente entre a dupla logo após as decisões tomadas na gala anterior. Nuno comentou: “Estes moços, em vez de aquecerem, gelam. Deve ser do estado da temperatura. Ele congela. Eles não se entendem, mas de facto dava para perceber, depois da dinâmica na gala sobre esta decisão, que esta semana iria ser mais conturbada, porque o Luís não esquece”.
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Para Inês Simões, a resistência começou logo no momento de atribuir o cargo: “Sim, eu acho que o Luís também não queria dar esta liderança à Jéssica, ou seja, não foi uma decisão tomada de ânimo leve. Estava ali com dúvidas”. Nuno Eiró questionou se o incómodo do concorrente não estaria antes ligado à falta de proteção no jogo: “Mas não achas que é muito mais pela imunidade do que propriamente pela liderança? Pelo menos é isso que ele refere”.
A comentadora concordou e recuou duas semanas no jogo, tal como lembrado pelo apresentador, para explicar o ressentimento acumulado: “Também. E ele acaba por não conseguir engolir o facto de a Jéssica ter dado a imunidade à Júlia”. Inês lembrou ainda a posição firme da líder durante a discussão: “Exatamente, e o facto de a Jéssica ter dito: ‘então prefiro que fiquemos ambos nomeados do que dar-te a liderança’. Portanto, ele ficou logo ali atravessado”.
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Outro foco de atrito na casa passa pelo uso da climatização, um ponto em que Inês Simões mostrou empatia pelo concorrente: “Eu agora vou-me pôr aqui um bocadinho do lado do Luís porque eu padeço do mesmo mal, que é: eu não sou muito dada aos ares condicionados. À noite, então, valha-me Deus. Já a casa toda sabe que o Luís não se dá com os ares condicionados. Acho que é importante ter aqui algum equilíbrio e não estar constantemente a perturbar o rapaz com o ar condicionado”.
Nuno Eiró apontou que essa insistência pode não ser inocente: “Isso pode ser também uma peça de jogo, porque sabe que vai desestabilizar a pessoa”.
A comentadora validou a leitura de Nuno e elogiou o crescimento da concorrente, ressalvando que esta usa o tema para gerar reação: “Sim, também. E a verdade é que a Jéssica tem de aproveitar esta semana em que é líder para estar um bocadinho mais ativa no jogo. Eu acho que a Jéssica tem feito um percurso muito interessante, de forma muito gradual, tem estado cada vez mais ativa no jogo. No entanto, acho que aproveita claramente porque sabe que o Luís vai sempre reagir, vai sempre discutir, sobretudo com esse tema do ar condicionado”.
De seguida, o apresentador virou-se para Adriano Silva Martins para perceber se o cargo poderá afetar o comportamento da concorrente: “Diz-se que esta liderança pode subir à cabeça da Jéssica. Achas o mesmo, ou de facto ela já vinha a estar mais espevitada durante as últimas semanas?”.
O comentador começou por destacar a dificuldade de assumir o comando do grupo: “Como a Inês disse, a Jéssica tem tido uma evolução gradual. Eu acho aqui várias coisas. A primeira é que ser líder naquela casa é o presente mais envenenado de todos, porque não há uma liderança geralmente que corra bem, seja pelos motivos que sejam. Acaba sempre por dar para o torto, seja porque há alguém que queira sabotar, ou vários a querer sabotar, seja porque alguém está a brilhar demais. E então aquilo dá sempre para o torto”.
Por fim, Adriano mostrou-se surpreendido com a forma como a líder escolheu os seus apoios na casa, preterindo Luís em favor de Catarina Miranda: “Eu devo dizer que mesmo assim fico estupefacto com o facto de a Jéssica achar que a maçã podre do cesto das pessoas que ela escolheu como aliados seja o Luís e não a Catarina Miranda. Porque eu acho que a escolha da Catarina Miranda para ser sua aliada, para mim, era uma escolha improvável. É verdade que elas levam muito aquilo da escolinha, de ‘tu és minha amiga, como foste minha amiga naquele dia, eu agora vou retribuir e sou tua amiga hoje’. Mas eu acho que isto, num jogo deste alcance, é uma tática que não resulta”.