A dor da traição: Érica Silva revela culpados pelo descontrole que ditou a sua saída do ‘Big Brother’
Cristina Ferreira questiona fúria de Érica Silva e a concorrente responde: "São os meus amigos que me puseram lá fora"
Apesar da vergonha pelo comportamento, a madeirense confessou que não consegue controlar o impulso de defender quem lhe é próximo no jogo.
A expulsão de Érica Silva do «Big Brother All Stars» marcou a entrevista da ex-concorrente no «Dois às 10» desta quinta-feira. Perante Cristina Ferreira e Cláudio Ramos, a madeirense recordou os eventos que culminaram num episódio de ‘agressividade’, com lançamento de cadeiras e um pontapé na porta do confessionário, apontando as amizades dentro do programa como o principal fator para o seu descalabro.
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Questionada por Cristina Ferreira sobre o que levou a tamanho descontrole e se já não deveria ter as emoções apaziguadas ao fim de tantas participações, a ex-concorrente confessou a sua vulnerabilidade. “Há coisas que são incontroláveis, tipo as minhas amizades. Eu, quando vou, eu tenho que ter a certeza que nem tenho amigos lá dentro, porque assim é mais fácil“, admitiu Érica Silva.
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O epicentro da crise esteve no desentendimento com Diogo Marcelino, após a madeirense o ter avisado sobre as conversas que teria com Joana Albuquerque.
Cláudio Ramos fez a leitura do sentimento de Érica: “Acho que tu, pós-2 da manhã, tu e o Diogo conversariam (…) e tu sentiste ali que ele te expôs numa coisa que ele não devia ter dito naquele momento, e aquilo tu sentiste uma traição“.
A ex-concorrente confirmou, detalhando a mágoa: “Eu estou a proteger uma pessoa e a pessoa está-me a expor naquilo e disse, não faças isso, não vais fazer isto. Eu já estava a passar mal porque era a Joana a achar que eu estava a fazer complô. E não, eu queria proteger o Diogo desta situação“.
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Confrontada com as imagens da sua explosão, Érica Silva mostrou-se arrependida do espetáculo que protagonizou na casa. “Sim, dá vergonha. Aquilo é péssimo de se ver. Tipo, aquilo não é uma atitude que uma pessoa queira ter normalmente. Não sou uma pessoa problemática, não faço isso todos os dias em casa. Explodi“, desabafou.
Com a voz embargada pelas lágrimas e lamentando ter de abandonar o formato daquela forma, a madeirense elegeu o seu núcleo de amigos como o responsável pela saída forçada: “A Joana (Albuquerque), a Jéssica (Maria) e o Diogo (Marcelino), porque são meus amigos e eu protegi-os“.