Além de Hollywood: Joaquim de Almeida partilhou venda de 40 milhões com sete irmãos
Cláudia Jacques fez as contas no 'V+ Fama' que apontam para cinco milhões brutos por herdeiro da farmacêutica JABA.
A fortuna de Joaquim de Almeida não se deve apenas aos anos de trabalho no cinema norte-americano.
Na emissão desta terça-feira, 20 de outubro, do programa ‘V+ Fama’, da V+ TVI, o património do ator voltou a estar em cima da mesa com novos dados sobre a origem familiar dessa riqueza.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
Adriano Silva Martins retomou o tema abordado na semana anterior e trouxe uma confirmação à conversa: “Na sexta-feira [16 de outubro] falámos aqui de Joaquim de Almeida, que vivia retirado em Portugal com uma fortuna colossal graças àquilo que ganha nos Estados Unidos. Mas não só, porque eu também disse no programa que estávamos a receber informação que fomos entretanto contrastar e que é veraz e que é uma ótima informação, porque Joaquim de Almeida, Cláudia, não é só rico porque fez filmes, é rico porque vem de uma família muito rica”.
Leia também: ‘Roda da Sorte’ cresce no fim de tarde e fixa segundo melhor registo do ano na TVI
Cláudia Jacques confirmou de imediato os dados sobre as raízes familiares do ator, o que levou António Leal e Silva a questionar com curiosidade a reação da colega. A comentadora detalhou a dimensão do clã: “Uma família abastada em dinheiro e em filhos, porque são oito irmãos, é o Joaquim e mais sete irmãos, que são todos netos do fundador”. Perante o número de descendentes, o apresentador brincou com a situação e comparou o grupo à história da “Branca de Neve e os sete anões”.
O negócio em causa está ligado à indústria da saúde. Cláudia precisou a origem do património: “São netos do fundador de um laboratório importante que é a JABA”. Depois de Adriano confirmar que se tratava de um laboratório farmacêutico, a comentadora acrescentou: “O pai e a mãe, farmacêuticos ambos, continuaram sempre ligados e a trabalhar neste laboratório, até há uns anos atrás em que a família decidiu vender este laboratório”.
Leia também: Miguel Vicente enfrenta Luís Gonçalves com aviso sério: “A mim não me metes medo”
A transação aconteceu há duas décadas, como recordou o anfitrião do formato ao apontar o ano de 2006. Quando questionada por Adriano sobre “quanto dinheirinho” tinha envolvido o negócio, Cláudia começou por atirar o valor de “80 milhões”, mas foi logo corrigida pelo apresentador: “Não, 40 milhões. 40 milhões de euros”.
Surpreendida com a retificação, a comentadora fez as contas em direto: “Eles é que são oito, 40 milhões a dividir por oito, se fosse só dividir pelos oito filhos, daria cinco milhões a cada um”. António considerou que esse montante “já não é nada mau”, enquanto Adriano avaliou a quantia como algo “maravilhoso”.
Ainda assim, o valor final que chegou às mãos da família terá sofrido deduções fiscais. Cláudia ressalvou: “Mas claro que não são 50 milhões líquidos, porque depois há impostos a pagar”. O apresentador concordou que “há sempre coisinhas” a descontar, e a comentadora prosseguiu o raciocínio: “Uma boa fatia destes cinco milhões não iria para cada um deles. Mas é evidente que é uma boa herança, é um bom presente da família, claro que sim. E também sabemos que o Joaquim de Almeida, e eu estive a ver, tem uma extensa filmografia de filmes tanto nos Estados Unidos como aqui, porque ele é luso-americano”.
A designação despertou a dúvida de Adriano, que perguntou se o ator tinha de facto esse estatuto. Cláudia respondeu que leu “lá no LinkedIn que ele é luso-americano”, momento em que António interveio para esclarecer o conceito legal: “Luso-americano no sentido de ter pedido residência nos Estados Unidos”.
A fechar a análise ao percurso do artista, Cláudia lembrou a versatilidade linguística e a vida pessoal de Joaquim fora de Portugal: “Fala cinco idiomas. Viveu muitos anos no Canadá porque conheceu a primeira mulher nos Estados Unidos e foi viver com ela para lá. E portanto é um homem que já fez filmes em inglês, em espanhol, em francês, em italiano e em português, que é a língua-mãe. E tem uma vasta [carreira], eu vi tanto no cinema como na televisão como no teatro. Portanto são muitos anos a trabalhar como ator em filmes bons, alguns melhores do que outros, mas em filmes bons com papéis melhores, outros secundários, mas sim, há todo um processo. Porque há todo um processo, a pessoa não chega e não está no início da carreira logo a fazer o papel do mais importante”.