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António Bravo do Big Brother vive um “pesadelo” com dificuldades no mercado imobiliário

"Arrendar casa em Lisboa é um pesadelo": António Bravo desabafa sobre crise na habitação

O ex-concorrente do programa da TVI expôs os obstáculos que tem enfrentado na procura de uma nova habitação na capital.

António Bravo recorreu às redes sociais para partilhar o período exigente que atravessa devido à dificuldade em encontrar uma nova casa pois, o  ex-concorrente do «Big Brother» abriu o coração aos seguidores e revelou o impacto emocional provocado pela crise no setor imobiliário que se faz sentir em Portugal, com especial foco na capital.

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Ontem cheguei a um ponto de frustração e desgaste, que no meio de uma barulheira ensurdecedora, adormeci ferrado durante 1 hora“, começou por revelar o comentador de reality shows da TVI, classificando a experiência de forma muito clara: “Arrendar casa em Lisboa é um pesadelo“.

O ex-concorrente detalhou as avultadas exigências financeiras e logísticas que têm tornado o processo tão penoso. “Tem sido frustrante, porque as casas estão caríssimas, só o que desembolsamos na entrada, vale um rim, em muitas ainda temos que avançar com eletrodomésticos e armários, e estamos a investir numa casa que 3 ou 5 anos depois, provavelmente, já não é nossa“, lamentou nas suas plataformas digitais.

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Apesar de ter conhecimento prévio de que o mercado “estava difícil”, António Bravo admitiu que “não tinha noção do quão difícil estava” e, esta falta de perceção deveu-se ao facto de ter vivido “na mesma casa há mais de 10 anos“, uma habitação “que pertence à família”, justificando que, por esse motivo, “não tinha termo de comparação” para a atual inflação dos preços.

Perante os constantes entraves, o antigo concorrente deixou uma mensagem de empatia para quem enfrenta os mesmos desafios de habitação. “Estou muito solidário com toda a gente passa pelo mesmo, e que, acima de tudo, não têm condições para o fazer“, escreveu. Antecipando eventuais críticas do público, António Bravo fez questão de salvaguardar a sua posição: “Atenção, que dentro da minha frustração, sei que sou um privilegiado e isso não está a ser posto em causa“.

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