Depois de ter estado no centro das atenções devido à viagem a território israelita, a influenciadora expressou duras críticas ao fim das restrições temporais à gravidez.
A recente promulgação da lei que autoriza a interrupção da gravidez até ao momento do nascimento no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, continua a suscitar forte indignação na esfera pública pois, o diploma assinado pela governadora Maura Healey removeu todas as balizas temporais após as 24 semanas de gestação, deixando a decisão exclusivamente nas mãos do critério médico e tornando aquela região no 11.º estado norte-americano a não impor limites gestacionais.
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Perante as imagens da cerimónia oficial que correram o mundo, a criadora de conteúdos Rute Sousa – que recentemente esteve envolvida na intensa polémica mediática relacionada com a viagem de influenciadores a Israel – recorreu às suas plataformas digitais para expressar repúdio absoluto face à medida legislativa. “Hoje vamos falar sobre aborto e a conversa não vai ser bonita. A partir desta semana, nos Estados Unidos, em Massachusetts, pode-se fazer abortos até ao momento do nascimento. Estamos a falar de abortar crianças completamente formadas“, começou por declarar.
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Visivelmente abalada com a dimensão do tema, a influenciadora descreveu os procedimentos clínicos autorizados em fases tardias da gestação e questionou os princípios invocados pelos defensores do diploma. “Estamos a falar de agarrar num ser humano e desmembrá-lo peça por peça. Estamos a falar de agarrar e arrancar-lhe os braços, as pernas, o coração, a cabeça, tirá-los às postas. Estamos a falar de fazer procedimentos para aspirar crianças completamente formadas, matá-las, desmembrá-las. Isto em prol da defesa do direito das mulheres. E onde é que está o direito à vida destas crianças?“, questionou.
Por fim, Rute Sousa criticou duramente a postura das responsáveis políticas presentes no ato de assinatura da lei, classificando o momento como inaceitável. “E o vídeo, o vídeo da assinatura do protocolo é completamente demoníaco. 3 ou 4 gajas, que não têm outro nome, vestidinhas com vestidos para passar uma ideia de que são muito pró-direitos das mulheres e que são muito queridas, e a rirem-se e a baterem palmas perante a morte e a mutilação e o desmembramento de crianças. Desculpem, mas são autênticos demónios que ali estão. Não tenho outra palavra para descrever aquilo que eu vi“, rematou.
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