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Cristiano Ronaldo a jogar ao lado do filho Cristianinho Jr? Sonho que pode tornar-se real. Saiba tudo!

O V+ Fama debateu os rumores de que Cristianinho poderá subir à equipa principal do Al Nassr. Os comentadores alertaram para a forte pressão mediática sobre o jovem.

Os rumores que dão conta de uma possível subida de Cristianinho à equipa principal do Al Nassr, para jogar ao lado do pai, foram o tema de destaque no programa V+ Fama de hoje.

O apresentador Adriano Silva Martins abriu o debate questionando a veracidade destas notícias da imprensa internacional, e o painel dividiu-se sobre os prós e os contras deste cenário inédito.

Guilherme Castelo Branco foi o primeiro a analisar a situação, apontando a idade como o maior obstáculo. “Será pelo menos inédito ter um jogador com 15 anos a passar para a equipa A”, avaliou, notando que o jovem fará 16 anos apenas em junho e que “normalmente quando passam para a equipa A já têm 17, pelo menos”. O comentador alertou que, para concretizar este sonho, “Cristiano Ronaldo teria que aguentar pelo menos mais um ano e mais ou menos no ativo”, e manifestou dúvidas sobre a decisão de o subirem “assim tão novo para equipar”.

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Cláudia Jacques destacou o potencial interesse comercial do clube saudita nesta operação. “Eu penso que o clube Al Nassr também terá todo o interesse em fazê-lo, porque é uma grande promoção e vai dar muitas notícias, vão todos estar de olhos postos no clube”, argumentou, considerando que existe uma clara “manobra de marketing também aqui envolvida”. A comentadora notou a evolução física de Cristianinho, afirmando que “está mais encorpado”, mas reconheceu que o futebol “também tem que se pensar, tem que ser uma cabeça forte” e que “isso tudo é algo que só se adquire com muita prática, com muitos anos de treinos e muitos jogos”.

A pressão sobre o jovem jogador gerou consenso no painel. Guilherme Castelo Branco confessou que o preocupa “mais a carga de pressão que eventualmente o Cristianinho teria se jogasse com o pai”. O comentador alertou que, se os resultados desportivos forem negativos, esta jogada de marketing “pode destruir a carreira do Cristianinho, que poderia ter outro desenlace se fosse feito com tempo”. Adriano Silva Martins reforçou esta tese, garantindo que haverá sempre pressão e recordando que “um não é o clone do outro, exatamente, o Cristiano é uma pessoa única”.

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Pedro Capitão entrou no debate para defender um rumo diferente para a carreira do jovem de 15 anos, recordando os rumores recentes de um regresso a Madrid. “Eu acho que seria mais inteligente se calhar aceitar uma proposta vinda do Real Madrid para integrar as equipas mais jovens”, opinou, apontando que a atual situação coloca o rapaz num fogo cruzado. “Vais ter todos os olhos postos em cima de ti. Vais ter os olhos do clube, vais ter os olhos dos adeptos e mais que tudo vais ter os olhos do teu pai em cima de ti“, atirou.

O comentador vincou ainda o peso esmagador das comparações. “O termo de comparação vai estar sempre aqui muito patente. É: ‘Mas o teu pai não era assim, mas o teu pai não jogava assim, mas porquê é que não és como o teu pai?'”, simulou Pedro Capitão. “Eu acho que isso acaba por mexer muito com o teu íntimo, com o teu psicológico”, alertou, notando que a presença simultânea em campo poderia “tornar-se aqui um terreno um bocado pantanoso, tanto para um como para o outro”, afetando também o desempenho e o foco do capitão da seleção nacional.

A fechar a conversa, Guilherme Castelo Branco sugeriu uma alternativa mais realista, considerando que a concretização deste sonho acontecerá mais facilmente “em jogos amigáveis ou em jogos solidários”.

Importa recordar o percurso de CR7 nos relvados, uma das carreiras mais brilhantes da história do futebol mundial.

Formado no Sporting CP, Cristiano Ronaldo rapidamente saltou para o Manchester United, onde começou a forjar a sua lenda sob a batuta de Sir Alex Ferguson. Seguiu-se uma transferência galática para o Real Madrid, clube onde bateu todos os recordes de golos e consolidou o estatuto de estrela planetária, conquistando quatro Ligas dos Campeões.

Após passagens pela Juventus e um regresso fugaz a Old Trafford, o avançado português abriu as portas do futebol asiático ao assinar pelo Al Nassr, da Arábia Saudita, onde se mantém como figura de proa aos 41 anos, colecionando recordes, incluindo cinco Bolas de Ouro e o título de melhor marcador de sempre da Seleção Nacional.

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