CR7 torna-se o CR6: Cristiano Ronaldo no seu sexto e histórico Mundial
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Cristiano Ronaldo vai fazer história este ano, ao disputar a sua sexta Copa do Mundo.
Quando pisar o relvado do NRG Stadium, em Houston, para o jogo de estreia de Portugal contra o Congo, o avançado de 41 anos vai transformar o seu icónico número 7 num inédito 6, referência ao número de Mundiais no seu currículo lendário.
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De 2006, na Alemanha, a 2026, no México, Canadá e os Estados Unidos, o percurso de Ronaldo é inigualável. Mais de 900 golos depois, o capitão continua a ser a figura central da seleção nacional. Após ter liderado Portugal à conquista dos seus três primeiros títulos – os Europeus de 2016 e a Liga das Nações de 2019 –, prepara-se agora para o que se antevê ser o seu último “baile” num Campeonato do Mundo.
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Apesar da idade, o estado de forma de Cristiano Ronaldo mantém-se notável. O seu ritmo goleador não abranda, como provam os 28 golos em 30 jogos na liga saudita, que lhe valeram recentemente o seu primeiro título com o Al Nassr. Na sua carreira profissional, já acumula 973 remates certeiros, aproximando-se a passos largos da marca dos 1.000 golos.
Cristiano Ronaldo tem sido claro: “O Mundial não será o torneio que lhe defina”. Mas isso não diminui a sua fome de glória. O craque chega aos Estados Unidos com a ambição de que o seu último “baile” termine a 19 de julho, no MetLife Stadium, palco da final.
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Roberto Martínez, o selecionador português, deverá entregar-lhe a braçadeira de capitão e uma camisola de titular no jogo de abertura contra o Congo. Ronaldo, com o número 7 nas costas, é o maior goleador da história da seleção, com 143 golos em 227 jogos.
A sua primeira participação em Mundiais remonta a 2006, onde Portugal foi eliminado nas meias-finais pela França. Seguiram-se as edições de 2010 na África do Sul (oitavos de final), 2014 no Brasil (fase de grupos, travado por problemas no joelho), 2018 na Rússia (oitavos de final) e 2022 no Catar (quartos de final).
Nos Estados Unidos, o caminho de Portugal começa contra um adversário acessível, em condições ideais. O NRG Stadium, em Houston, oferece um teto retrátil e garante uma temperatura de 22 graus. A cidade texana será também o palco do segundo jogo da fase de grupos, contra o Uzbequistão, antes de a equipa rumar a Miami para defrontar a Colômbia.