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De mulher apaixonada a desiludida, Catarina Miranda rejeita repetir excessos por Afonso Leitão

A ribatejana revelou que a união nasceu na noite em que Jéssica venceu a edição anterior, lamentando que o antigo companheiro fosse demasiado frio.

Catarina Miranda esteve à conversa com os colegas na casa do ‘Big Brother All Stars’, esta sexta-feira, 16 de outubro, e recordou em pormenor a ligação que manteve com Afonso Leitão.

O tema surgiu durante uma troca de impressões com Kina, que começou por perguntar se tinha acontecido algo entre os dois no programa anterior. Catarina foi direta na resposta: “Não, lá dentro não aconteceu nada, mas eu fazia tudo, a comida, era super carinhosa com ele”.

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O rumo da relação fora das câmaras trouxe memórias mais amargas. Confrontada pela colega sobre o sofrimento que passou, Catarina admitiu o desgaste emocional: “Chorei muitas vezes por causa dele, a mãe sabe a verdade, muitas vezes”. Kina interveio de imediato para sublinhar a postura distante do ex-militar: “Eu ia dar com ela a chorar também. Ele sempre foi um bocado seco. Existem limites para isto”. A concorrente concordou com o diagnóstico: “Ela era romântica, ele não era”.

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A postura mudou com o tempo. Catarina garantiu que os excessos do passado não voltam a acontecer: “Agora, como é óbvio, já não vou fazer aquilo que fazia”. Logo a seguir, descreveu o nível de atenção diária que mantinha com o antigo companheiro de jogo: “Ele saía do ginásio, já tinha o batido que ele queria feito, já tinha a comida pesada. Eu como qualquer coisa quando estou em casa. Eram os ovos dos bichinhos que ele criou, fazia-lhe as marmitas todas, cortava-lhe a fruta, lavava-lhe a fruta, estava em caixinhas, era só tirar. O batido tinha sempre, entendes?”.

Luís Gonçalves ouviu o relato e interveio para deixar um aviso à concorrente, receando que a mágoa feche portas a futuras relações: “Não deixes de ser assim como tu és para cada pessoa que está contigo. Vais arranjar outra pessoa, podes prejudicar alguém que até merece isso, que seja bom para ti, e não vai adiantar ter uma barreira”.

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Catarina compreendeu o conselho, mas retorquiu com cautela: “Sim, Luís, mas vivendo e aprendendo”. Kina reforçou a ideia de que o afeto demonstrado é uma qualidade: “Ela é carinhosa, isso é bom. E quando arranjas alguém na tua vida…”. Catarina completou a memória desses dias: “Eu tomava banho, já tinha lá o pijaminha pronto. Eu era mesmo uma mulher apaixonada. Só Deus sabe”.

A facilidade com que nascem cumplicidades nestes formatos acabou por dominar o resto da conversa. Luís Gonçalves considerou que o isolamento dita muitas aproximações: “Por isso é que digo que nestes programas é fácil, se as pessoas tiverem carência emocional e estiverem solteiras, é fácil a pessoa aproximar-se”. Carlos Sousa concordou com a leitura: “Nestes programas é muito fácil fazer casais”.

Catarina Miranda fechou o assunto a explicar como tudo se consolidou na experiência anterior: “O que nos aconteceu foi muito simples. Éramos nós contra o mundo inteiro naquela casa. Se alguém vinha contra um de nós, nós íamos os dois e não vergávamos nunca. Fazíamos tudo em conjunto, mesmo tudo. Quando anunciaram a vencedora, que na altura foi a Jéssica, nunca mais nos largámos desde aquela noite. Toda a gente achava que cada um ia à sua vida, mas nunca mais nos largámos. Mas agora não faço mais isso”.

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