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De regresso a casa, Tânia Laranjo fica trancada e precisa de auxílio dos bombeiros

"Os bombeiros presos no elevador": Jornalista vive domingo caótico à porta de casa

Esquecimento de uma chave no Norte do país culminou no resgate de operacionais retidos no elevador do prédio.

Tânia Laranjo recorreu às redes sociais para partilhar com os seguidores um episódio caricato vivido no regresso a Lisboa, após ter estado no Porto a acompanhar um casamento pois, o regresso a casa, que se adivinhava tranquilo, acabou por se transformar numa sucessão de imprevistos que a jornalista da CMTV relatou com humor.

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Depois de um fim de semana de casamento, acordámos cedo no Porto, motivadíssimas para regressar a Lisboa. Carro carregado, viagem tranquila, boa disposição… tudo a correr na perfeição. Até estacionarmos à porta de casa e percebermos um pequeno detalhe sem importância nenhuma: a chave de casa tinha decidido prolongar as férias… no Porto“, começou por contar.

Perante o esquecimento, a solução pareceu simples no primeiro momento. “‘Sem stress’, pensámos. ‘Liga-se aos bombeiros, abrem a porta em cinco minutos e segue a vida.’ Cinco minutos. Que ingénuos“, desabafou a profissional da CMTV, antes de revelar a reviravolta insólita que se seguiu.

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A chegada dos operacionais ao prédio trouxe um novo obstáculo à situação. “Chegam os primeiros bombeiros… e ficam presos no elevador. Sim. Os bombeiros. Presos. No elevador. Chamam-se mais bombeiros para salvar… os bombeiros“, explicou Tânia Laranjo aos internautas.

Ultrapassado o incidente com o elevador, a tentativa de acesso ao imóvel revelou-se igualmente complexa. “Resolvido o capítulo do elevador, voltamos ao plano original: abrir a porta. A porta, claramente, tinha outros planos e recusou qualquer tipo de colaboração. Nova estratégia: trazer uma escada gigante para tentar entrar pela janela. Nessa altura já só faltava aparecer um realizador com um megafone a gritar: ‘Corta! Vamos repetir a cena!’“, relatou a jornalista.

A resolução do problema acabou por arrastar-se ao longo do dia, com a responsável pelo esquecimento a ser identificada no final do desabafo. “As horas passaram. A tarde foi embora. Nós continuávamos do lado de fora de casa, enquanto a chave descansava tranquilamente no Porto, provavelmente a rir-se de nós. E o motivo de toda esta epopeia? A Kika. Herdou o dom da distração… e, pelos vistos, decidiu que era um talento demasiado bom para não partilhar com toda a família“, concluiu.

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