Desafio Final – Afonso Leitão defende Bruno Simão, mas Leandro ‘passa-se’: “Mentira!”
"Temos aqui um mentiroso?": Voz encosta Bruno Simão à parede após rebelião no Desafio Final
Apesar da defesa, as intervenções de Leandro e Marisa Susana acabaram por colocar a credibilidade de Bruno em causa, obrigando a Voz a intervir na discussão.
A casa do «Secret Story – Desafio Final» está a ferro e fogo após a polémica avaliação da semana de liderança de Bruno Simão e, se por um lado o concorrente encontrou apoio em alguns colegas, por outro, acabou por ser confrontado com acusações de falta de honestidade.
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Afonso Leitão foi o primeiro a tomar a palavra para sair em defesa do ‘Guia da Semana’, rejeitando a narrativa de que este teria agido como “empregado”.
“Eu acho que o Bruno como guia da semana esteve bem na função dele. (…) Ele atribuiu as funções, as pessoas não quiseram fazer, não por culpa dele“, analisou Afonso. O jovem reforçou que o colega não tem de ser ama-seca de ninguém: “Cada um sabe de si (…) e ele não tem que andar em cima das pessoas constantemente a dizer: pode fazer. (…) Teve uma semana mais complicada porque a Marisa Susana não o largava“.
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O momento de maior tensão ocorreu quando Bruno Simão tentou justificar que a sua semana tinha sido positiva, dando o exemplo de Leandro e de Afonso. Contudo, ao tentar elogiar o empenho dos colegas no passado fim de semana, foi bruscamente interrompido por Leandro, que atirou um sonoro “Mentira!” perante todos.
A declaração gerou um momento de clímax, aproveitado de imediato pela entidade soberana da casa. “Mentira? Temos aqui um mentiroso. A Marisa diz que é mentira uma série de coisas. O Leandro a mesma coisa. Tens algum problema com a verdade, Bruno?“, questionou a Voz.
Sem se deixar intimidar, Bruno manteve a sua posição. “Eu, nenhuma, a verdade assiste-me. (…) Em relação à Marisa Susana, eu não fiz nada para atacar porque eu nem nunca falei. (…) Eu fiz a tarefa, aquilo que tinha que fazer“, garantiu, concluindo que agiu apenas por ser “uma pessoa organizada e arrumada“, independentemente de quem estivesse no poder.
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