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Diana Dora e a polémica com o João Ricardo… mantem a desculpa esfarrapada na TVI

A nortenha marcou presença no Dois às 10 e justificou a discussão que teve com João Ricardo na casa devido à sua profissão de picheleira.

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Diana Dora, a segunda concorrente expulsa do Desafio Final, esteve presente esta manhã no programa Dois às 10.

Em conversa com Cláudio Ramos, a ex-concorrente recordou a acesa discussão que protagonizou com João Ricardo na casa, motivada por um comentário sobre a sua profissão de picheleira.

O apresentador confrontou a convidada, questionando se ela tinha realmente sentido que o colega estava a fazer pouco do seu trabalho ou se usou a situação para criar um momento de jogo. Diana Dora apressou-se a clarificar o cenário: “Não, Cláudio, eu passo a explicar, foi o que eu expliquei lá dentro. Senti, sim, que fosse por gozo”.

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A ex-concorrente explicou que o desentendimento surgiu devido a um mal-entendido, uma vez que estava no sofá e não ouviu o contexto geral da conversa. “Só depois o Bruno à noite é que me disse que foi por causa de uma sanita. Por isso eu não ouvi nada. A única coisa que ouvi foi o Ricardo a passar e a dizer: ‘A Diana adora a picheleira'”, justificou.

O que mais a magoou, segundo relatou, foi o momento exato em que a frase foi proferida, dado que os dois tinham estado a falar sobre o assunto com serenidade pouco tempo antes. “Tinha há 10 minutos estado a conversar com ele, uma conversa super porreira, contei-lhe a minha história, o porquê de ser picheleira, e ele passa assim por mim e diz aquilo. E pronto, já está ele com a ironia e com o gozo”, partilhou.

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Apesar de Cláudio Ramos ter reforçado que as imagens transmitidas para o público provaram que não houve qualquer intenção de ataque por parte de João Ricardo, o apresentador validou os sentimentos da convidada naquele instante de tensão.

A nortenha reconheceu que agora entende o panorama completo, mas defendeu a legitimidade da sua reação perante os colegas: “Não ouvi a conversa na totalidade e agora estou-te a dizer o porquê de eu dizer aquilo, porque eu senti-me gozada. Tenho direito ou não tenho direito?”.

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